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Segurança é uma das prioridades para o Google. Investimos muito para garantir que nossos serviços tenham a segurança líder do setor, como uma criptografia HTTPS forte por padrão. Isso significa que quem usa a Pesquisa Google, o Gmail ou o Google Drive, por exemplo, tem automaticamente uma conexão segura com o Google.

Além de nossos próprios produtos, estamos trabalhando para tornar a Internet mais segura de maneira mais abrangente. Uma grande parte disso é garantir que os websites acessados por meio do Google sejam seguros. Por exemplo, criamos recursos para ajudar os webmasters a evitar e corrigir violações de segurança em seus sites.

Queremos ir além. Durante a Google I/O há alguns meses, falámos da importância de ter “HTTPS everywhere” na Web.

Vimos cada vez mais webmasters adotando o HTTPS (também conhecido como HTTP com TLS ou Transport Layer Security - em português Segurança da Camada de Transporte) em seus websites, o que é motivador.

Por essas razões, ao longo dos últimos meses, realizamos testes levando em consideração se os sites usam ou não conexões seguras e criptografadas como um sinal em nossos algoritmos de classificação de pesquisa. Observamos resultados positivos e, por esta razão, começaremos a usar HTTPS como sinal de classificação. Por enquanto, é um sinal sem muito impacto, que afeta menos de 1% das consultas globais e recebe um peso menor do que outros sinais, como conteúdo de alta qualidade. Fazemos isso para que os webmasters tenham tempo para mudar para HTTPS. No entanto, ao longo do tempo, podemos decidir fortalecer esse sinal, pois desejamos encorajar todos os proprietários de website a mudar de HTTP para HTTPS a fim de manter todos protegidos na Web.
Para facilitar a adoção do TLS e evitar erros comuns, publicámos na nossa Central de Ajuda o artigo "Proteja seu site", onde explicamos como funciona o HTTPs e quais as práticas recomendadas para sua implementação. Deixamos aqui também algumas dicas básicas para os primeiros passos:
  • Decida o tipo de certificado de que você precisa: único, de vários domínios ou curinga
  • Use certificados de chave de 2048 bits
  • Use URLs relativos para recursos que residem no mesmo domínio seguro
  • Use URLs relativos de protocolo em todos os outros domínios
  • Confira nosso artigo sobre mudança de site para mais diretrizes sobre como alterar o endereço do seu website
  • Não bloqueie o rastreamento do seu site HTTPS por meio do arquivo robots.txt
  • Permita a indexação das suas páginas por mecanismos de pesquisa sempre que possível. Evite a metatag "noindex".

Caso seu website já esteja veiculando em HTTPS, teste o nível e a configuração de segurança com a ferramenta Qualys Lab. Se você estiver preocupado com a TLS e o desempenho do seu site, consulte o artigo Is TLS fast yet? (somente em inglês). Se você tiver alguma pergunta ou preocupação, fique à vontade para perguntar no nosso Fórum de ajuda para Webmasters.

Esperamos ver mais websites usando HTTPS no futuro. Juntos, tornaremos a Web um lugar mais seguro.

Postado por Zineb Ait Bahajji e Gary Illyes, analistas de tendências para webmasters
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach

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Rastrear, ou não rastrear, eis a pergunta.

Às vezes, criar e manter os arquivos robots.txt corretos pode ser difícil. Embora muitos sites não tenham problemas com isso (dica: eles geralmente nem precisam de um arquivo robots.txt!), encontrar as diretivas em um grande arquivo robots.txt que estão ou estavam bloqueando URLs individuais, pode ser um pouco complicado. Para facilitar esse processo, anunciamos uma atualização na ferramenta de teste de arquivos robots.txt nas Ferramentas do Google para webmasters.

A ferramenta de teste atualizada está na seção Rastreamento das Ferramentas do Google para webmasters:



Aqui você encontrará o arquivo robots.txt e poderá testar os novos URLs para verificar se eles estarão desautorizados para rastrear. A fim de guiá-lo através das diretivas complexas, a ferramenta destacará a diretiva específica que levou à decisão final. É possível realizar alterações no arquivo e testá-las também. Para tal, basta fazer o upload da nova versão do arquivo com as alterações para o servidor para que elas entrem em vigor. Nosso site para desenvolvedores tem mais informações sobre as diretivas do robots.txt e como os arquivos são processados.

Além disso, será possível revisar as versões mais antigas do seu arquivo robots.txt e saber quando problemas de acesso nos impedem de fazer o rastreamento. Por exemplo, se o Googlebot verificar um erro de servidor 500 para o arquivo robots.txt, normalmento faremos uma pausa do rastreamento do site.

Já que é possível haver alguns erros ou alertas exibidos para seus sites existentes, recomendamos voltar a verificar seus arquivos robots.txt. Também é possível combinar esta nova funcionalidade com outras partes das Ferramentas do Google para webmasters. Por exemplo, é possível usar a ferramenta Buscar como Google, recentemente atualizada, para processar páginas importantes no seu website. Se for informado que qualquer URL foi bloqueado, use a ferramenta de teste de robots.txt para encontrar a diretiva que o está a bloquear e melhore o seu arquivo robots.txt. Um problema comum já visto ocorre a partir de arquivos robots.txt antigos que bloqueiam CSS, JavaScript ou conteúdo para celular. Corrigir esse problema é fácil após identificá-lo.

Esperamos que essa ferramenta atualizada facilite o teste e a manutenção do arquivo robots.txt. Em caso de dúvidas ou se precisar de ajuda para criar um bom conjunto de diretivas, passe no fórum de ajuda para webmasters.

Escrito por Asaph Arnon, Equipe de Webmaster Tools
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach

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Se você segmenta usuários em mais de um país, provavelmente você já ouviu falar da anotação rel-alternate-hreflang. Em resumo, essa anotação permite ao Google e outros mecanismos de pesquisa veicular as páginas no idioma ou na versão regional correta, aumentando a satisfação dos usuários.

Verificar se as anotações implantadas podem ser utilizadas pelos mecanismos de pesquisa pode ser um tanto difícil, principalmente em sites com muitas páginas, e proprietários de sites em todo o mundo já nos relataram essa realidade. Hoje estamos lançando um recurso que deverá facilitar a depuração das anotações rel-alternate-hreflang.

A seção "Idioma de destino" na ferramenta Segmentação internacional permite que você identifique dois dos problemas mais comuns relacionados com anotações hreflang:
  • Tags de retorno ausentes: as anotações precisam ser confirmadas a partir das páginas para as quais direcionam. Se a página A direcionar à página B, a página B precisará direcionar de volta à página A. Caso contrário, as anotações poderão não ser interpretadas corretamente.
    Para cada erro desse tipo, relatamos onde e quando cada um desses erros foi detectado, assim como onde o tag de retorno deveria estar.

  • Valores incorretos de hreflang: o valor do atributo hreflang precisa ser um código de idioma no formato ISO 639-1, como "pt", ou uma combinação de códigos de idioma e de país, como "pt-BR", em que o código do país esteja no formato ISO 3166-1 Alpha 2.
    Caso nossos sistemas de indexação detectem códigos de idioma ou de país que não estejam nesses formatos, providenciaremos URLs de exemplo para ajudar você a corrigi-los.


Além disso, movemos as configurações de segmentação geográfica para esta seção das Ferramentas do Google para webmasters, de modo que você possa encontrar todas as informações relevantes sobre a segmentação internacional e multilíngue em um só lugar.

Esperamos que esse novo recurso seja útil e ajude você a identificar os problemas de implementação da marcação rel-hreflang no seu site. Se você tiver comentários ou dúvidas sobre este recurso, deixe uma postagem em nosso Fórum de ajuda para Webmasters.

Escrito por Gary Yves, Analista de Tendências para Webmasters
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach

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Nível do webmaster: todos

Além de seu site, você tem um aplicativo Android? Você agora pode conectar os dois para que os usuários que fazem pesquisas em seus smartphones e tablets possam encontrar e acessar o conteúdo de seu aplicativo com facilidade.

Links profundos de seus aplicativos nos resultados de pesquisa ajudam seus usuários a encontrar seu conteúdo mais facilmente e voltar a usar seu aplicativo depois de já o terem instalado.  Como proprietário de site, você pode exibir a seus usuários o conteúdo certo, na hora certa. Conectando páginas de seu site às partes relevantes de seu aplicativo, você controla quando seus usuários são direcionados a seu aplicativo e quando vão para seu site.
Centenas de aplicativos já implementaram a indexação de aplicativos, como o Letras.mus.br ou o Viva Cupom. Esta semana no Google I/O, anunciamos um conjunto de novos recursos que tornarão ainda mais fácil configurar links profundos de seu aplicativo, conectar seu site a seu aplicativo e acompanhar o desempenho e erros potenciais.

É muito fácil começar

Simplificámos bastante o processo para indexar os links profundos de seus aplicativos. Se seu aplicativo é compatível com esquemas de links HTTP, você precisa:
1. Adicionar o suporte a links profundos em seu aplicativo
2. Conectar seu site a seu aplicativo
3. Não existe passo 3 :-)

À medida que indexamos seus URLs, descobriremos e indexaremos as conexões de aplicativos/site e podemos começar a exibir links profundos de aplicativos nos resultados de pesquisas.

Podemos descobrir e indexar os links profundos de seus aplicativos por conta própria, mas recomendamos que você publique os links profundos. Isso também vale se seu aplicativo é compatível com somente um esquema de links profundos. Existem duas maneiras para publicá-los:

Mais uma coisa: adicionámos uma nova funcionalidade nas Ferramentas do Google para webmasters para ajudá-lo a depurar problemas que possam surgir durante a indexação das páginas dos aplicativos. Ele mostrará que tipo de erros detectámos para os pares página do aplicativo-página da Web, juntamente com URLs de aplicativos de exemplo, para que você possa realizar a depuração:
Também forneceremos instruções detalhadas sobre como depurar cada problema, incluindo um código QR para links profundos de aplicativos, para que você possa abri-los facilmente em seu celular ou tablet. Também enviaremos notificações de erros da Ferramenta do webmaster, para você ficar atualizado.
Teste a indexação de aplicativos e, como sempre, se precisar de mais ajuda, coloque suas perguntas no Fórum de ajuda para Webmasters.

Escrito por Mariya Moeva, analista de tendências para webmasters
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach

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Nível do webmaster: avançado

Se você tiver negócios em mais de um país ou estiver segmentando diferentes idiomas, recomendamos que você tenha sites ou seções separadas com conteúdo próprio em cada URL destinado a países ou idiomas específicos. Por exemplo, uma página para os Estados Unidos e visitantes que falam inglês e uma página diferente para a França e usuários que falam francês. Apesar de termos disponíveis informações sobre o tratamento de sites multirregionais e multilíngues, a página inicial pode ser um pouco especial. Este post ajudará você a criar a página inicial adequada em seu website para veicular o conteúdo apropriado aos usuários dependendo do seu idioma e da sua localização.

Existem três maneiras de configurar a página inicial / página de destino quando seus usuários a acessarem:
  • Mostrar o mesmo conteúdo para todos.
  • Permitir que o usuário escolha.
  • Veicular o conteúdo dependendo da localização e do idioma do usuário.
Veja a seguir cada uma delas em detalhes.

Mostrar o mesmo conteúdo para os usuários ao redor do mundo

Neste cenário, você escolhe veicular o conteúdo específico para um determinado país e idioma na página inicial / no URL genérico (http://www.example.com). Esse conteúdo estará disponível a todos que acessarem o URL diretamente no navegador ou para aqueles que pesquisarem esse URL especificamente. Como já foi dito, todas as versões de países e idiomas devem ser acessíveis por meio de um URL exclusivo.

Observação: é possível mostrar um banner na sua página para sugerir uma versão mais apropriada aos usuários de outras localizações ou com configurações diferentes de idioma.

Permitir que os usuários escolham qual versão local e idioma desejam

Nesta configuração, você escolhe veicular uma página do seletor de países na página inicial / no URL genérico e permite que os usuários escolham qual conteúdo desejam visualizar dependendo do seu país e idioma. Todos os usuários que digitarem esse URL acessarão a mesma página.

Se você implementar esse cenário no seu site internacional, use a anotação x-default rel-alternate-hreflang para a página do seletor de países, que foi criada especificamente para esse tipo de página. O valor x-default nos ajuda a reconhecer as páginas que não são específicas a um idioma ou uma região.

Redirecionar automaticamente os usuários ou veicular dinamicamente o conteúdo HTML apropriado, dependendo da localização dos usuários e das configurações de idioma

Um terceiro cenário seria veicular automaticamente o conteúdo HTML apropriado para seus usuários dependendo da localização e das configurações de idiomas deles. Você fará isso usando redirecionamentos 302 no servidor ou veiculando dinamicamente o conteúdo HTML apropriado.

Lembre-se de utilizar a anotação x-default rel-alternate-hreflang na página inicial / página genérica mesmo que esta seja uma página de redirecionamento que não pode ser acessada diretamente pelos usuários.

Observação: considere redirecionar os usuários para os quais você não tem uma versão específica. Por exemplo, os usuários que falam francês em um website que tem versões em português, inglês e espanhol. Mostre a eles o conteúdo que você considera mais apropriado.

Independente da configuração que você escolher utilizar, verifique se todas as páginas, inclusive as do seletor de países e idiomas:
  • Possuem anotações rel-alternate-hreflang.
  • Podem ser acessadas pelo rastreamento e pela indexação do Googlebot: não bloqueie o rastreamento e a indexação das suas páginas localizadas.
  • Permitem sempre que os usuários mudem a versão da localização ou o idioma: faça isso usando um menu suspenso, por exemplo.
Lembrete: como foi mencionado no início, é preciso que você tenha URLs separados para cada versão de país e idioma.

Sobre as anotações rel-alternate-hreflang

Anote todas as páginas, independentemente do método que você escolher. Isso ajudará os mecanismos de busca a mostrar os resultados certos aos seus usuários.

Todas as páginas do seletor de países e as páginas iniciais redirecionadas ou veiculadas de maneira dinâmica devem usar a x-default hreflang, que foi criada especificamente para redirecionar automaticamente as páginas iniciais e os seletores de países.

Por fim, seguem alguns lembretes úteis sobre as anotações rel-alternate-hreflang:
  • Suas anotações precisam ser confirmadas a partir de outras páginas. Se a página A levar à página B, será necessário que a página B leve de volta à página A. Caso contrário, suas anotações serão interpretadas incorretamente.
  • Suas anotações devem ser auto-referenciais. A página A deve usar a anotação rel-alternate-hreflang vinculando ela mesma.
  • É possível especificar as anotações rel-alternate-hreflang no cabeçalho de HTTP, na seção principal do HTML ou em um arquivo de Sitemap. Recomendamos que você escolha somente uma maneira para implementar as anotações a fim de evitar sinais inconsistentes e erros.
  • O valor do atributo hreflang precisa estar no formato ISO 639-1 para o idioma e no formato ISO 3166-1 Alpha 2 para a região. Especificar apenas a região não é compatível. Se você desejar configurar seu site para somente um país, use o recurso de segmentação geográfica nas Ferramentas do Google para webmasters.

Ao seguir essas recomendações, você nos ajudará a entender melhor seu conteúdo localizado e a veicular resultados mais relevantes aos seus usuários nos nossos resultados de pesquisa. Se você tiver dúvidas ou comentários, informe-nos no Fórum de ajuda para Webmasters.

Escrito por Zineb Ait Bahajji, Analista de tendências para webmasters
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach

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Nível do webmaster: todos

No passado e inclusive bastante recentemente, temos tomado ações manuais em websites individuais e até redes inteiras de websites que violaram as nossas diretrizes de qualidade para webmasters de forma agressiva e deliberada. No mercado de língua portuguesa, temos visto muitos exemplos de links pagos passando PageRank em artigos de blogs.

Queremos aproveitar para relembrar que esquemas de links artificiais e técnicas de manipulação de PageRank e do posicionamento nos resultados de pesquisa não obedecem às nossas diretrizes de qualidade para webmasters. Por este motivo, continuaremos a tomar ações apropriadas para manter a qualidade e relevância do nosso índice - isto pode resultar num impacto negativo no posicionamento nos resultados de pesquisa dos sites que detectarmos estarem participando em esquemas de links artificiais.

Este post no blog tem como objetivo clarificar e relembrar que tipos de links são considerados pelo Google como prejudiciais para a reputação do seu site e seu classificação geral, e também o que deve fazer se verificar que foi aplicada uma ação manual ao seu site.

Que tipo de links podem ser considerados pelo Google como prejudiciais?

Links artificiais para seu site

A nossa postura em relação a links apontando para o seu site não mudou: a participação em esquemas de links e a compra de links que passam PageRank com o objetivo de distorcer os resultados de pesquisa orgânica continuam sendo considerados uma infração às nossas diretrizes de qualidade. Publicámos recentemente um vídeo sobre os critérios que usamos quando avaliamos se um link é pago ou artificial, com o intuito de ajudar os webmasters a perceber melhor as nossas diretrizes referentes a links.

Para ilustrar um tipo específico de link pago, criámos o exemplo fictício que pode ver de seguida. No exemplo, repare que realçámos os links com âncoras de texto super otimizadas e assuma que estão configurados para passar PageRank.
Exemplo fictício de links pagos num artigo de um blog
No passado já comunicámos os nossos pensamentos sobre estratégias de comercialização de artigos através da venda de artigos. De facto, a aquisição de links provenientes de diretórios de artigos também é considerada não-natural. Para mais detalhes, voltamos a recomendar este vídeo onde o Matt Cutts fala sobre o que consideramos links pagos e não-naturais.

Recentemente o Matt publicou também no seu blog pessoal o artigo “The decay and fall of guest blogging for SEO", onde comentou a mudança que se tem dado nos últimos anos na natureza dos artigos "convidados" em blogs de terceiros. No artigo, ele comenta como estes artigos "convidados" têm deixado de ser uma atividade respeitável, para passarem a fazer regularmente parte de práticas inteiramente focadas na aquisição de links que passam PageRank. Consequentemente, em vez de contribuírem com diferentes pontos de vista sobre os temas dos blogs onde são publicados, estes artigos dão cada vez menos importância à qualidade e autenticidade do conteúdo e cada vez mais importância aos links que são criados e colocados nesses artigos.

Links artificiais em seu site

Além da compra de links, gostaríamos de relembrar que a venda de links que passam PageRank também é uma infração clara das nossas diretrizes de qualidade.

Temos notado que vários blogs em português estão hospedando links altamente otimizados que estão passando PageRank para websites de terceiros, seja através de artigos promocionais/convidados, ou do uso de widgets embutidos que contêm esses links.

Apesar de compreendermos que estes posts possam ter sido criados sem más intenções por parte do dono do site, estes links específicos são uma violação das nossas diretrizes, pois foram criados com o único propósito de passar PageRank e manipular o posicionamento desses websites de terceiros nos resultados de pesquisa. O mesmo se passa com os widgets que contêm no código links otimizados que passam PageRank.

Criámos um widget fictional para ilustrar um modelo comum que encontrámos em blogs legítimos. Poderá reparar nos links embutidos no widget, que passam PageRank e logo não estão de acordo com as nossas diretrizes para webmasters. Neste caso é bastante clara a intenção do link otimizado, mas existem outras ocasiões em que a intenção do link presente no widget não é tão transparente, sendo até possível que o webmaster que coloca o widget no seu próprio website não se dê conta da natureza dos links alojados no código desse widget.

Exemplo fictício de um link otimizado contido num widget
Se tem dúvidas sobre a qualidade dos links presentes no seu website, ou apontando ao mesmo, recomendamos que volte a ler as diretrizes para webmasters e faça uma auditoria dos links de e para o seu site, a fim de confirmar se estão de acordo com as diretrizes de qualidade do Google. Se acredita que alguns dos links são suspeitos, é prática recomendada removê-los, colocar uma marcação "no-follow" nos mesmos, ou pedir a quem faz a gestão do seu site que o faça por si.

Se acreditar que um site específico utiliza técnicas que violam as nossas diretrizes para webmasters, ou se algum webmaster o contactar oferecendo uma troca de links, pode efetuar uma denúncia de spam, ajudando-nos assim a aumentar a qualidade dos resultados de pesquisa.

O que devo fazer se o meu site tiver uma ação manual?

Apesar do Google ter algoritmos que avaliam e constantemente melhoram a qualidade dos resultados de pesquisa, tomamos também ações manuais em sites que usam técnicas de spam, rebaixando-os ou até removendo-os totalmente dos nossos resultados de pesquisa.

Se o seu site tiver sofrido uma ação manual, poderá ter acesso a esta informação na sua conta das Ferramentas do Google para Webmasters, na seção "Tráfego de pesquisa → Ações Manuais. Depois de ter tomado todas os passos para corrigir o problema mencionado, pode submeter um pedido de reconsideração. É importante que garanta que o seu problema está completamente resolvido antes de nos enviar o pedido de reconsideração

Nos casos de links artificiais para o seu site, isto significa contactar os webmasters dos websites onde estes links tenham sido colocados, e pedir-lhes para remover os links problemáticos. Em último recurso, se não conseguir que alguns destes links sejam removidos, pode usar a ferramenta para rejeitar links. Pode aceder a informação adicional sobre como usar esta ferramenta neste artigo de 2012, ou ainda na nossa lista de Perguntas Frequentes.

Se tiver links artificiais no seu site apontando para outro site, ou se tiver anúncios de texto com âncoras otimizadas que estejam passando PageRank, assegure-se que estes links são removidos, ou que contêm uma marcação "no-follow".

Em jeito de conclusão, deixamos um conselho simples para garantir que não está infringindo as diretrizes do Google: não compre, venda, troque ou peça links. Se seguir este conselho, a grande maioria dos links que o Google considera problemáticos não chegarão a ser criados

Se tiver mais questões ou dúvidas, pode colocá-las no nosso Fórum de ajuda para Webmasters.

Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach

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Nível do webmaster: todos

Esta semana estamos lançando no Google+ uma campanha de conscientização contra a invasão de websites, com o objetivo de alertar para esse problema e partilhar conselhos sobre como manter o seu website protegido.

Apesar de desejarmos que isto não aconteça a ninguém, é surpreendentemente comum os sites serem invadidos - incluindo o seu! No Google achamos que está na hora de dizer BASTA e a melhor parte é que você pode ajudar-nos!

Participe nesta campanha e durante esta semana partilhe connosco no Google+ os métodos e técnicas que usa para proteger o seu site! Inclua o hashtag #NoHacked - no final selecionaremos e referenciaremos os melhores conselhos!

Traduzido e postado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach
Diogo Botelho