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Você já tocou em um resultado da Pesquisa Google no seu smartphone e acabou em uma página com um texto pequeno demais e links minúsculos, precisando rolar horizontalmente para ver todo o conteúdo? Isso geralmente acontece quando o site não foi otimizado para visualização em um smartphone.

Essa experiência pode ser frustrante para os usuários que realizam pesquisas para dispositivos móveis. A partir de hoje, para que as pessoas encontrem as informações que estão procurando mais facilmente, haverá um rótulo "para mobile" adicionado aos nossos resultados de pesquisa para dispositivos móveis.
Essa mudança será implementada mundialmente nas próximas semanas. (Atualização, 10 de Dezembro 2014: Essa mudança será lançada mundialmente durante o dia de hoje)

Uma página estará qualificada para o rótulo "para mobile" se atender aos seguintes critérios detectados pelo Googlebot:
  • Evitar softwares que não sejam comuns em dispositivos móveis, como Flash
  • Usar textos que sejam legíveis sem aumentar o zoom
  • Dimensionar o conteúdo no tamanho da tela para que os usuários não precisem rolar horizontalmente nem aplicar zoom
  • Posicionar os links afastados o suficiente para que se possa tocá-los com facilidade
Se você desejar garantir que sua página atenda aos critérios de compatibilidade com dispositivos móveis:
De momento, as ferramentas e documentação mencionadas só estão disponíveis em inglês. Elas irão ser disponibilizadas em mais idiomas nas próximas semanas. (Atualização, 10 de Dezembro 2014: As ferramentas e documentação mencionadas estão agora disponíveis em vários idiomas, incluindo português)

Esses rótulos são vistos como um primeiro passo para ajudar os usuários a terem uma experiência aprimorada na Web para dispositivos móveis. Além disso, estamos testando o uso de critérios de compatibilidade com dispositivos móveis como um sinal de classificação.

Se tiver alguma questão ou quiser ajudar outros webmasters a tornar seus websites compatíveis com dispositivos móveis, visite o nosso Fórum de ajuda para Webmasters. Esperamos ver muito mais sites compatíveis com dispositivos móveis no futuro. Assim, melhoraremos a Web para todos os usuários.

Publicado por Ryoichi Imaizumi e Doantam Phan, Pesquisa Google Mobile
Traduzido por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Relations

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Nível do webmaster: todos

Um aborrecimento comum dos usuários da Web é quando os sites exigem tecnologias de navegador que não são compatíveis com o dispositivo utilizado. Quando os usuários acessam essas páginas, eles só veem um espaço em branco ou uma grande parte do conteúdo da página não é exibido.
A partir de hoje, avisaremos os usuários que realizam pesquisas quando nossos algoritmos detectarem páginas que talvez não funcionem nos dispositivos deles. Por exemplo, o Adobe Flash não é compatível com dispositivos iOS ou com a versão 4.1 e superiores do Android, então uma página com a maior parte do conteúdo em Flash poderá ser visualizada desta forma:

Como desenvolver sites compatíveis com vários dispositivos modernos

A boa notícia é que fazer sites que funcionam em todos os dispositivos modernos não é difícil: os sites podem usar HTML5, pois ele é compatível universalmente, e às vezes de forma exclusiva, com todos os dispositivos. Para ajudar os webmasters a criar sites que funcionam em todos os tipos de dispositivos independentemente do tipo de conteúdo que desejam exibir, anunciamos há pouco dois recursos:
Ao seguir as práticas recomendadas descritas nos Fundamentos da Web, é possível criar um design Web responsivo, o que é uma recomendação antiga do Google para a criação de sites compatíveis com a pesquisa. Não bloqueie o rastreamento de nenhum Googlebot dos recursos da página (CSS, JavaScript e imagens) usando robots.txt ou outros métodos. O acesso completo a esses arquivos externos ajuda nossos algoritmos a detectar a configuração de Web design responsivo do seu site e tratá-lo de forma adequada. Use o recurso Buscar e renderizar como o Google nas Ferramentas do Google para webmasters para testar como nossos algoritmos de indexação vêem seu site.

Como sempre, poste uma pergunta no nosso Fórum de ajuda para Webmasters se você precisar de mais ajuda.

Escrito por Keita Oda, Engenheiro de software, e Pierre Far, Analista de tendências para webmasters
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Relations

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Nível do webmaster: todos

Recentemente, anunciamos que nosso sistema de indexação estava renderizando páginas da Web de maneira semelhante a um navegador moderno padrão, com CSS e JavaScript ativados. Hoje, estamos atualizando uma das nossas diretrizes técnicas para Webmasters relacionadas a esse anúncio.

Para a renderização e a indexação ideais, nossas novas diretrizes especificam que você precisa permitir o acesso do Googlebot aos arquivos de imagem, JavaScript e CSS usados pela sua página. Desse modo, a renderização e a indexação ideais ficarão disponíveis para seu site. Desabilitar o rastreamento de arquivos JavaScript ou CSS no arquivo robots.txt do seu site afeta diretamente a qualidade de renderização e indexação dos nossos algoritmos sobre seu conteúdo, o que pode resultar em classificações inferiores.


Orientações atualizadas para a indexação ideal

Historicamente, os sistemas de indexação do Google eram semelhantes aos antigos navegadores somente de texto, como o Lynx, e era isso o que nossas diretrizes para webmasters diziam. Agora, com a indexação com base na renderização da página, nossos sistemas de indexação não podem continuar sendo classificados como navegadores somente de texto. Em vez disso, chamá-lo de navegador da Web moderno torna-se uma abordagem mais precisa. Com essa nova perspectiva, lembre-se do seguinte:
  • Assim como os navegadores modernos, nosso mecanismo de renderização pode não ser compatível com todas as tecnologias usadas por uma página. Verifique se seu design da Web adota os princípios de melhoria progressiva. Isso ajuda nossos sistemas (e uma variedade mais ampla de navegadores) a ver o conteúdo útil e as funcionalidades básicas de determinados recursos de design da Web que ainda não são compatíveis.
  • As páginas renderizadas rapidamente não só ajudam os usuários a acessar seu conteúdo com maior facilidade, como também tornam a indexação das páginas mais eficiente. Aconselhamos que você siga as práticas recomendadas para a otimização do desempenho da página. Falando especificamente:
  • Verifique se o servidor pode lidar com o carregamento adicional da veiculação de arquivos JavaScript e CSS para o Googlebot.

Testar e solucionar problemas

Em conjunto com o lançamento da nossa indexação com base em renderização, também atualizamos o recurso Buscar e renderizar como o Google nas Ferramentas do Google para webmasters. Desse modo, os webmasters poderão ver como nossos sistemas renderizam a página. Com isso, será possível identificar uma série de problemas de indexação, como restrições de arquivos robots.txt impróprios, redirecionamentos que o Googlebot não consegue seguir, entre outros.
Como sempre, se você tiver comentários ou perguntas, acesse nosso Fórum de ajuda para Webmasters.

Escrito por Pierre Far, analista de tendências para webmasters
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Relations

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Nível do webmaster: avançado

Durante o verão, a equipe das Ferramentas do Google para webmasters preparou uma atualização para a API das Ferramentas do Google para Webmasters. A nova API é consistente com outras APIs do Google, facilita a autenticação de serviços da Web ou de aplicativos e fornece acesso a alguns dos recursos principais das Ferramentas do Google para webmasters.

Se você já tiver usado outras APIs do Google, dar os primeiros passos com a nova Webmaster Tools API será fácil. Temos exemplos para Python, Java e OACurl (para os fãs de linhas de comando).

Essa API permite que você:
  • Liste, adicione ou remova sites da sua conta (no momento é possível ter até 500 sites na conta)
  • Liste, adicione ou remova Sitemaps dos seus sites
  • Tenha contagens de erros, avisos e indexados de Sitemaps individuais
  • Tenha uma série temporal de todos os tipos de erros de rastreamento para seu site
  • Liste amostras de tipos específicos de erros de rastreamento
  • Marque erros de rastreamento individuais como "corrigido". Isso não altera a forma de processamento dos erros, mas ajuda a simplificar a interface para você
Adoraríamos ver o que você está criando com nossas APIs. Fique à vontade para vincular seus projetos nos comentários abaixo. Além disso, caso você tenha dúvidas sobre o uso da API, sinta-se à vontade para postar sua pergunta no nosso Fórum de ajuda para Webmasters.

Postado por John Mueller, fã de longas linhas de comando, Google Zurich
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Relations

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Hoje, a nova Academia de webmasters será disponibilizada em 22 idiomas, incluíndo em português. Os Webmasters novos ou iniciantes falantes de diversos idiomas agora poderão aprender os princípios básicos sobre como criar um site incrível, proporcionar uma experiência agradável aos usuários e ter uma boa classificação nos resultados da pesquisa. Se você já conhece esses tópicos, responda ao questionário no final de cada módulo para o comprovar! :)

Leia a Academia de webmasters no idioma que preferir e use os comentários ou o Fórum de ajuda para Webmasters para nos passar sua opinião. Recebemos comentários ótimos e úteis após o lançamento da versão em inglês em Março. Por isso, esperamos que este guia objetivo e fácil de ler possa ser proveitoso (e divertido) para todos.

Juntos, publicaremos conteúdo pesquisável e sites incríveis para todo o mundo.

Escrito por Mary Chen, Equipe de Webmaster Relations
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Relations

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Nível de webmaster: todos

Hoje você verá uma nova e aprimorada caixa de pesquisa de sitelinks. Quando exibida, ela tornará mais fácil aos usuários encontrar conteúdo específico no seu site, diretamente através das suas próprias páginas de pesquisa de site.

O que é esta caixa de pesquisa e quando ela aparece para meu site?

Quando os usuários pesquisam uma empresa pelo nome, por exemplo, [Megadodo Publications] ou [Dunder Mifflin], eles podem estar de fato procurando por algo específico nesse website. No passado, quando nossos algoritmos reconheciam isso, eles exibiam um conjunto maior de sitelinks e uma caixa de pesquisa adicional abaixo desse resultado da pesquisa. Isso levava os usuários a fazer pesquisas do tipo "site:" diretamente no site dos resultados. Por exemplo, [site:example.com guias para caroneiros].

Essa caixa de pesquisa agora está mais destacada (acima dos sitelinks), suporta o recurso Preenchimento Automático e, se você usar a marcação adequada, direcionará o usuário diretamente para as páginas de pesquisa do seu próprio website.  

      
Como faço para marcar meu site?

Você precisa ter um mecanismo de pesquisa específico para sites funcionando no seu website. Se já tiver um, informe-nos marcando sua página inicial como uma entidade schema.org/WebSite com a propriedade potentialAction da marcação schema.org/SearchAction. É possível usar JSON LD, microdados ou RDFa para fazer isso. Confira todos os detalhes da implementação em nosso site para desenvolvedores.

Se você implementar a marcação no seu site, os usuários poderão pular diretamente da caixa de pesquisa de sitelinks para a de resultados de pesquisa do seu site. Se não encontrarmos marcação alguma, mostraremos a eles uma página de resultados de pesquisa para a consulta do tipo "site:" correspondente, como temos feito até o momento.

Como sempre, se você tiver dúvidas, fique à vontade para perguntar em nosso Fórum de ajuda para Webmasters.

Escrito por Mariya Moeva, analista de tendências para webmasters
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach

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Nível do webmaster: avançado

Todos desejam usar menos largura de banda: Os hosts querem contas mais baixas, os usuários de dispositivos móveis desejam ficar abaixo dos seus limites, e ninguém quer esperar por bytes desnecessários. A Web está cheia de oportunidades para economizar largura de banda: páginas veiculadas sem gzip, folhas de estilos, JavaScript veiculado não reduzido, e imagens não otimizadas, para citar algumas.

Então por que a Web já não está otimizada para largura de banda? Se essas economias são boas para todos, por que ainda não foram corrigidas? A maioria é bastante inconveniente. Os designers da Web são encorajados a "economizar para a Web" quando exportam suas ilustrações, mas nem sempre se lembram disso.  Os programadores de JavaScript preferem não trabalhar com código reduzido porque isso torna a depuração mais difícil. É possível configurar um fluxo personalizado garantindo que cada uma dessas otimizações seja aplicada ao seu site todas as vezes como parte do processo de desenvolvimento ou de implantação. Contudo, isso é bastante trabalhoso.

Uma solução fácil para os usuários da Web é utilizar um proxy de otimização como o do Google Chrome. Quando os usuários aceitam esse serviço, o tráfego HTTP acontece por meio do proxy do Google, que otimiza o carregamento da página e reduz o uso da largura de banda em 50%.  Ao mesmo tempo que isso é ótimo para esses usuários, é limitado para as pessoas usando o Google Chrome que ativam o recurso, e não consegue otimizar o tráfego HTTPS.

Com a Otimização da largura de banda, a equipe do PageSpeed está trazendo essa tecnologia para os webmasters. Assim, todos se beneficiarão: usuários de outros navegadores, sites seguros, usuários de computadores e proprietários de sites que desejam diminuir sua conta de tráfego de saída. Basta instalar o módulo PageSpeed no seu servidor Apache ou Nginx [1] e ativar a Otimização da largura de banda nas suas configurações, e o PageSpeed fará o restante.
Captura de tela da configuração
Se mais tarde você ficar interessado em otimizações mais avançadas do PageSpeed, desde extensões de cache e inserção in-line a imagens de lazyload e delegação de JavaScript mais intensos, basta ativá-las nas configurações do seu PageSpeed.

Saiba mais sobre a instalação do PageSpeed ou a ativação da Otimização da largura de banda.

Postado por Jeff Kaufman, Torne a Web rápida
Traduzido e publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Relations

[1] Se estiver usando um servidor de Web diferente, considere executar o PageSpeed em um proxy Apache ou Nginx.  Tudo está em código aberto, com esforços de portabilidade em andamento para IIS, ATS e outros.
Diogo Botelho