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A atualização de compatibilidade com dispositivos móveis foi lançada hoje e gostaríamos de compartilhar respostas a algumas perguntas frequentes. Em fevereiro, anunciamos que essa atualização otimizará as classificações de páginas compatíveis com dispositivos móveis (ou seja, páginas que podem ser claramente lidas e usadas neles) em resultados de pesquisa para esses dispositivos no mundo todo. Inversamente, as páginas desenvolvidas apenas para telas grandes podem ter uma queda significativa nos resultados de pesquisas para dispositivos móveis. Para entender melhor tudo isso, confira aqui algumas das perguntas frequentes:

Perguntas frequentes gerais


1. As classificações em computadores desktop e/ou tablets também serão afetadas por essa alteração?

Não, essa atualização não tem efeito em pesquisas feitas em tablets ou computadores desktop. Ela afeta as pesquisas feitas em dispositivos móveis em todos os idiomas e locais.


2. Isso é um aumento de classificação no nível da página ou do site?

Essa é uma alteração no nível da página. Por exemplo, caso 10 páginas do seu site sejam compatíveis com dispositivos móveis, mas as outras não, somente essas 10 páginas sofrerão o impacto positivo.


3. Como eu sei que o Google considera uma página do meu site compatível com dispositivos móveis?

Cada página pode ser testada individualmente usando o Teste de compatibilidade com dispositivos móveis.
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Teste os URLs individualmente em tempo real com o Teste de compatibilidade com dispositivos móveis.

Para analisar informações de compatibilidade com dispositivos móveis no nível do site, confira o relatório Usabilidade em dispositivos móveis nas Ferramentas do Google para webmasters. Os dados desse recurso são baseados na última vez em que rastreamos e indexamos as páginas do seu site.

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A usabilidade em dispositivos móveis nas Ferramentas do Google para webmasters oferece um resumo da compatibilidade com dispositivos móveis de todo o seu site.

4. Minhas páginas compatíveis com dispositivos móveis ainda não estão prontas. Quanto tempo levará até que elas sejam consideradas compatíveis com dispositivos móveis na classificação?

Determinamos se uma página é ou não compatível com dispositivos móveis cada vez que a rastreamos e a indexamos. Não será preciso esperar por outra atualização. Quando uma página é compatível com dispositivos móveis, o Googlebot para smartphones (artigo em inglês) naturalmente rastreará a página outra vez e a indexará. Também é possível agilizar o processo usando a ferramenta Buscar como o Google com a opção "Enviar ao índice" nas Ferramentas do Google para webmasters. Para um volume grande de URLs, considere enviar um sitemap. No sitemap, caso seu conteúdo para dispositivos móveis use URLs preexistentes (como com Web design responsivo ou veiculação dinâmica), inclua também a tag lastmod.


5. Considerando que a alteração relacionada à classificação em dispositivos móveis foi lançada no dia 21 de abril, caso eu não note quedas no tráfego no dia 22, isso significa que as classificações do meu site não foram afetadas?

No dia 22 de abril, não será possível determinar se as classificações do seu site foram afetadas pela atualização de compatibilidade com dispositivos móveis. O lançamento da atualização aconteceu no dia 21 de abril, mas levará mais ou menos uma semana até que ela alcance todas as páginas no índice.


6. Tenho um ótimo site para dispositivos móveis, mas o teste de compatibilidade diz que minhas páginas não são compatíveis com dispositivos móveis. Por quê?

Caso uma página seja projetada para funcionar bem em dispositivos móveis, mas não passe no teste de compatibilidade, o motivo mais comum para isso é o rastreamento do Googlebot para smartphones estar bloqueado para recursos como CSS e JavaScript. Esses recursos são cruciais para determinar se uma página pode ser lida e usada em um dispositivo móvel (ou seja, se ela é compatível com dispositivos móveis). Para resolver isso:
  1. Verifique se o teste de compatibilidade com dispositivos móveis mostra recursos bloqueados (geralmente acompanhados de uma imagem parcialmente processada).
  2. Permita que o Googlebot rastreie os arquivos necessários.
  3. Confira com atenção se a página passou no teste de compatibilidade com dispositivos móveis.
  4. Use o recurso Buscar como o Google com a opção "Enviar ao índice" e envie seus robots.txt atualizados para o Google para agilizar o reprocessamento da página atualizada. Outra opção é esperar que o Google naturalmente faça um novo rastreamento e uma nova indexação.
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O motivo mais comum para uma página não passar no teste de compatibilidade com dispositivos móveis é o rastreamento do Googlebot para smartphones poder estar bloqueado para recursos como CSS e JavaScript, que são cruciais para interpretar a compatibilidade da página.

Para reiterar, recomendamos que os proprietários do site permitam que o Googlebot rastreie todos os recursos da página (incluindo CSS, JavaScript e imagens) para que possamos processar e indexar a página adequadamente e, neste caso, avaliar se ela é compatível com dispositivos móveis.


7. E se eu incluir links para sites que não são compatíveis com dispositivos móveis?

Sua página ainda poderá ser "compatível com dispositivos móveis" mesmo que tenha links direcionando para páginas não compatíveis com dispositivos móveis - por exemplo, páginas projetadas para telas maiores, como computadores desktop. Não será uma experiência agradável para o usuário ir de uma página compatível com dispositivos móveis para outra compatível somente com computadores desktop. No entanto, acreditamos que, conforme mais sites tornem-se compatíveis com dispositivos móveis, esse problema diminuirá.


8. O Google oferece uma classificação melhor de compatibilidade com dispositivos móveis a páginas que usam o Web design responsivo (que usa o mesmo URL e o mesmo HTML para as versões de computadores desktop e de dispositivos móveis) em relação à hospedagem separada de dispositivos móveis (como www para computadores desktop e m.example.com para dispositivos móveis)?

Não, a compatibilidade com dispositivos móveis é avaliada da mesma forma, independentemente de você usar o Web design responsivo (RWD, na sigla em inglês), URLs separados para dispositivos móveis ou a veiculação dinâmica para sua configuração. Caso seu site use URLs para dispositivos móveis separados ou veiculação dinâmica, recomendamos que você revise o guia SEO para dispositivos móveis a fim de garantir que o Google esteja rastreando e indexando adequadamente suas páginas para dispositivos móveis.


9. Meu site/página vai desaparecer dos resultados de busca em dispositivos móveis se não forem compatíveis com esses dispositivos?

Enquanto a atualização de compatibilidade com dispositivos móveis é importante, ainda levamos em consideração uma grande variedade de fatores para classificar os resultados de cada pesquisa. A intenção da busca ainda é um fator muito significativo -- por isso, mesmo que uma página com um conteúdo de alta qualidade não seja compatível com dispositivos móveis, ela ainda pode ter uma boa classificação no ranking se tiver conteúdo relevante para aquela consulta específica.

Perguntas frequentes especializadas


10. E se meu público acessar o site somente por computadores desktop? Nesse caso, não há motivo para que eu tenha um site compatível com dispositivos móveis, certo?

Não exatamente. As estatísticas mostram que cada vez mais pessoas usam somente dispositivos móveis, seja por nunca terem tido um computador desktop ou porque não substituirão o computador que possuem no momento. Além disso, um site que não é compatível com dispositivos móveis pode não ter muitos acessos a partir desses dispositivos justamente por esse motivo.

A atualização de compatibilidade com dispositivos móveis será aplicada a pesquisas para esses dispositivos conduzidas em todos os sites. Isso acontecerá independentemente do idioma e da região dos públicos-alvo do site, bem como da proporção de tráfego de dispositivos móveis para computadores desktop.


11. Tenho páginas que mostram erros de usabilidade em dispositivos móveis porque elas têm um vídeo do YouTube incorporado. O que posso fazer?

Sugerimos prestar bastante atenção à maneira como o vídeo do YouTube está incorporado. Caso você use as incorporações <object> de estilo antigo na página para dispositivos móveis, converta-as para incorporações <iframe> a fim de ter uma compatibilidade mais abrangente. O YouTube agora usa o player de HTML5 na Web por padrão. Portanto, é compatível com dispositivos móveis incorporar vídeos usando as tags <iframe> do recurso "compartilhar" na página de exibição ou na YouTube iFrame API. Se você tiver uma integração mais complexa, essa também deverá ser compatível com dispositivos móveis, pois ela instruirá o dispositivo a usar o suporte nativo dele.

Para conteúdo em Flash de outros sites que não sejam o YouTube, verifique se há uma tag incorporada de HTML5 equivalente ou um snippet de código para evitar o uso de plug-ins reservados.


12. Há um padrão claro para definir o tamanho das áreas de toque?

Sim, sugerimos um tamanho mínimo de 7 mm de largura/altura para os pontos de toque principais e uma margem mínima de 5 mm entre os pontos de toque secundários. A largura média da área do dedo de um adulto é de 10 mm, e essas dimensões podem proporcionar uma interface utilizável e um bom uso do espaço da tela.


13. Para tornar o site compatível com dispositivos móveis rapidamente, pensamos em criar uma versão mais leve dele (páginas separadas para dispositivos móveis) até que nosso novo site responsivo esteja pronto. Há algum problema com isso?

Primeiro, tenha em mente que nós oferecemos suporte a três configurações de dispositivos móveis e que seu site não precisa ser responsivo para ser compatível com dispositivos móveis. Em resposta à sua pergunta, pedimos que você seja cuidadoso ao criar uma versão mais leve do site. A página pode estar formatada para dispositivos móveis, mas, se ela não permitir que os visitantes realizem tarefas comuns ou não houver um fluxo de trabalho fluido em geral, isso poderá ser uma experiência frustrante para seus visitantes e talvez não compense o esforço.

Caso você crie um site temporário para dispositivos móveis, logo que o RWD for ativado, mova o site adequadamente. Por exemplo, atualize todos os links para a versão correspondente do RWD de maneira que eles deixem de referenciar URLs separados para dispositivos móveis e URLs de redirecionamento 301 para dispositivos móveis à sua versão de RWD correspondente.

Sessão de Perguntas e Respostas da campanha #MobileMadness

Durante o último mês fizemos uma série de Hangouts ao vivo para ajudar todas as pequenas e médias empresas a tornar seu site compatível com dispositivos móveis. Confira aqui a sessão de Perguntas e Respostas, onde mencionamos mais algumas perguntas frequentes:

Recomendações

Caso você não tenha experiência anterior com a criação de um site compatível com dispositivos móveis, saiba que não é tarde demais para começar. Confira nosso guia de Primeiros passos na documentação de websites compatíveis com dispositivos móveis.
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Dê os primeiros passos com seu site para dispositivos móveis em https://developers.google.com/webmasters/mobile-sites/

Caso você já tenha um site para dispositivos móveis, analise o relatório Usabilidade em dispositivos móveis nas Ferramentas do Google para webmasters para garantir que o Google detecte as páginas do seu site como compatíveis com dispositivos móveis.

Você ainda tem dúvidas? Confira a seção "Mobile" no fórum para webmasters.

Postado por Maile Ohye, líder de Tecnologia e desenvolvimento de programas

Posted:
Conforme anunciamos no início deste ano, hoje acontece o lançamento global da atualização de compatibilidade com dispositivos móveis. Estamos aumentando a classificação das páginas compatíveis com dispositivos móveis nos resultados de pesquisas feitas a partir desses dispositivos. Agora, quem fizer uma busca no Google pode encontrar mais facilmente resultados relevantes e de alta qualidade com texto legível sem necessidade de toque ou zoom, pontos de toque com espaçamento apropriado, além de páginas que evitem conteúdo que não possa ser reproduzido e que eliminem a necessidade de rolagem horizontal.
A atualização de compatibilidade com dispositivos móveis de 21 de abril aumenta as classificações de pesquisa para dispositivos móveis de páginas legíveis e utilizáveis nesses dispositivos

Essa atualização:
  • Afeta somente as classificações de pesquisa em dispositivos móveis
  • Afeta os resultados de pesquisa globalmente, em todos os idiomas
  • Aplica-se a páginas individuais, e não a websites inteiros

Enquanto a atualização de compatibilidade com dispositivos móveis é importante, ainda levamos em consideração uma grande variedade de fatores para classificar os resultados de cada pesquisa. A intenção da busca ainda é um fator muito significativo -- por isso, mesmo que uma página com um conteúdo de alta qualidade não seja compatível com dispositivos móveis, ela ainda pode ter uma boa classificação no ranking se tiver conteúdo relevante para aquela consulta específica.

Para verificar se o site é compatível com dispositivos móveis, examine as páginas individuais com o teste de compatibilidade com dispositivos móveis ou consulte o status de todo o seu site por meio do relatório de Usabilidade em dispositivos móveis nas Ferramentas do Google para webmasters. Se as páginas do seu site não forem compatíveis com dispositivos móveis, poderá haver uma diminuição significativa no tráfego de dispositivos móveis da Pesquisa Google. Mas não se preocupe, assim que seu site se tornar compatível com dispositivos móveis, reprocessaremos automaticamente (ou seja, rastrearemos e indexaremos) suas páginas. Também é possível acelerar o processo usando o recurso Buscar como o Google com a opção "Enviar para o índice" para que suas páginas sejam tratadas como compatíveis com dispositivos móveis na classificação.

Dúvidas? Consulte o nosso FAQ ou acesse a seção "Mobile" do fórum para webmasters.

Postado por Takaki Makino e Doantam Phan

Posted:

Links diretos para aplicativos são a novidade nos resultados de busca orgânica e estão ganhando importância rapidamente. Para usuários logados, 15% das buscas feitas no Google a partir de aparelhos Android agora retornam links diretos para aplicativos por meio da Indexação de Aplicativos. Nos últimos meses, vimos o número de cliques em links diretos para aplicativos aumentar cerca de 10 vezes.

Desde que lançamos a Indexação de Aplicativos em junho do ano passado, recebemos vários feedbacks de desenvolvedores, vimos várias implementações que deram certo e outras que proporcionaram boas experiências de aprendizagem. Queremos compartilhar quatro passos fundamentais para monitorar o desempenho de aplicativos e incentivar o engajamento dos usuários:

1. Dê acesso às Ferramentas do Google para Webmasters ao desenvolvedor do seu aplicativo

A indexação de aplicativos é um esforço de equipe entre você (como webmaster) e o seu time de desenvolvimento de aplicativos. Disponibilizamos informações nas Ferramentas do Google para Webmasters que são fundamentais para que os desenvolvedores de aplicativos possam fazer um bom trabalho. Confira o que já está disponível:
  • Erros em páginas indexadas dentro de aplicativos
  • Dados semanais sobre cliques e impressões em links diretos para aplicativos através da busca do Google
  • Estatísticas do seu sitemap (se você tiver implementado os links diretos para aplicativos dessa maneira)
...E planejamos adicionar muito mais nos próximos meses!

Percebemos que poucos desenvolvedores têm acesso às Ferramentas do Google para Webmasters. Portanto, se você quiser que o seu time de desenvolvimento de aplicativos tenha acesso a todas as informações necessárias para corrigir os problemas relacionados com aplicativos, é essencial que eles tenham acesso a essas ferramentas.

Todos os proprietários confirmados de sites podem adicionar novos usuários. Escolha entre acesso total ou restrito, de acordo com o nível de acesso que você gostaria de conceder:


2. Entenda como o seu aplicativo está se saindo nos resultados de busca

Como os usuários estão interagindo com o seu aplicativo a partir dos resultados de busca? Disponibilizamos duas novas maneiras para você acompanhar o desempenho dos seus links diretos para aplicativos:
  • Agora enviamos uma atualização semanal dos cliques e impressões para a Central de Mensagens da sua conta de Ferramentas para Webmasters do Google.
  • Agora você pode acompanhar quanto tráfego os links diretos para aplicativos direcionam para o seu aplicativo usando informações de referência - especificamente a referência extra na intenção ACTION_VIEW. Estamos trabalhando para integrar essa informação com o Google Analytics para que o acesso seja mais fácil. Saiba mais no nosso site para desenvolvedores como monitorar informações de referência.

3. Certifique-se de que os principais recursos dos aplicativos possam ser rastreados

Recursos bloqueados são uma das principais razões para os erros de ‘Incompatibilidade de conteúdo’ que você vê no relatório ‘Erros de Rastreamento’ disponível nas Ferramentas para Webmasters do Google. Precisamos ter acesso a todos os recursos necessários para renderizar a página do seu aplicativo. Isso nos permite avaliar se a sua página web associada tem o mesmo conteúdo que a página do seu aplicativo.

Para ajudá-lo a encontrar e consertar esses problemas, agora exibimos os recursos específicos que não podemos acessar e que são fundamentais para a renderização da página do seu aplicativo. Se você encontrar um erro de ‘incompatibilidade de conteúdo’ para o seu aplicativo, procure pela lista de recursos bloqueados no ‘passo 5’ da caixa de detalhes:

4. Fique atento aos erros de aplicativo Android

Para ajudá-lo a identificar erros quando estiver indexando seu aplicativo, enviaremos mensagens sobre todos os erros que detectarmos, e também exibiremos a maioria deles na seção ‘Aplicativos Android’ do relatório ‘Erros de Rastreamento’.

Além dos alertas disponíveis para os erros de ‘Incompatibilidade de conteúdo’ e ‘URL não compatível’, lançamos três novos tipos de erros:
  • APK não encontrado: não conseguimos encontrar o pacote correspondente ao aplicativo.
  • Ausência de first-click free: o link para o seu aplicativo não direciona diretamente ao conteúdo e requer que seja feito o login para que possa ser acessado.
  • Violação do botão ‘Voltar’: depois de seguir o link para o seu aplicativo, o botão ‘Voltar’ não retornou à página de resultados de busca.

De acordo com nossa experiência, a maioria dos erros geralmente é causada por uma configuração geral em seu aplicativo (por exemplo: recurso bloqueado, ou um pop-up para selecionar a região que aparece quando o usuário tenta abrir o aplicativo a partir da busca). Consertar essas configurações geralmente resolve o problema de todas as URLs envolvidas.

Boa sorte na busca pelo aplicativo perfeito! Como sempre, se você tiver alguma pergunta, visite nosso Fórum de Ajuda para Webmasters.

Postado por Mariya Moeva, Analista de Tendências para Webmasters

Posted:
Todos os dias, milhares de websites são invadidos. Os sites invadidos podem prejudicar usuários ao disponibilizar softwares maliciosos, coletar informações pessoais ou redirecioná-los a sites que não tinham a intenção de visitar. Os webmasters querem corrigir sites invadidos rapidamente, mas recuperar-se de uma invasão pode ser um processo complicado.


Estamos trabalhando para facilitar o processo de recuperação após uma invasão para os webmasters com recursos como Problemas de Segurança, Ajuda dos Webmasters para Sites Invadidos e uma seção do nosso fórum somente para sites invadidos. Recentemente conversamos com dois webmasters que tiveram seus sites invadidos para saber como eles conseguiram recuperar esses sites. Compartilharemos as histórias deles com a esperança de que elas possam dar ideias a outros webmasters vítimas de invasão. Além disso, usaremos essas histórias e outros comentários para melhorar nossa documentação sobre sites invadidos a fim de facilitar o processo para todos daqui para frente.

Estudo de caso nº 1: site de restaurante com vários scripts injetados por hackers

O site de um restaurante que usa o WordPress recebeu uma mensagem do Google na conta das Ferramentas do Google para webmasters, alertando que o site havia sido alterado por hackers. Para proteger os usuários do Google, o site foi identificado como "invadido" nos resultados da pesquisa do Google. A webmaster do site, Sam, verificou o código-fonte e identificou vários links desconhecidos no site com termos farmacêuticos como "viagra" e "cialis". Ela também notou diversas páginas em que as tags de metadescrição (no HTML) haviam adicionado conteúdo como "compre valtrex na Flórida". Também havia tags div escondidas (novamente no HTML) de várias páginas que vinculavam a diversos sites. Nenhum desses links foi adicionado pela Sam.

Sam removeu todo o conteúdo invadido que encontrou e enviou um pedido de reconsideração. O pedido foi rejeitado, mas, na mensagem que ela recebeu do Google, foi aconselhada a verificar a existência de scripts desconhecidos em arquivos .php (ou outros arquivos do servidor), assim como alterações no arquivo .htaccess. Geralmente esses arquivos têm scripts adicionados pelos hackers que alteraram o site. Normalmente esses scripts mostram o conteúdo invadido somente aos mecanismos de busca, escondendo o conteúdo de um usuário normal. Sam verificou todos os arquivos .php e os comparou com as cópias limpas que tinha no backup. Ela encontrou conteúdos novos adicionados nos arquivos footer.php, index.php e functions.php. Depois de substituí-los pelos arquivos limpos do backup, ela não encontrou mais nenhum conteúdo invadido no site. Ao enviar outro pedido de reconsideração, ela recebeu uma resposta do Google informando que o site estava livre de conteúdo invadido.

Sam sabia que precisaria continuar a proteger o site contra futuros ataques, mesmo que tivesse retirado do site o conteúdo invadido. Ela seguiu as etapas abaixo para manter o site seguro no futuro:
  • Manter o CMS (sistema de gerenciamento de conteúdo, como WordPress, Joomla, Drupal etc.) atualizado com a versão mais recente. Certificar-se de que os plug-ins também estão atualizados.
  • Verificar se a conta usada para acessar os recursos administrativos do CMS usa uma senha difícil e única.
  • Se o CMS for compatível, ativar a verificação em duas etapas para o login. Esse recurso também é chamado de "autenticação de dois fatores" ou "autenticação em duas etapas". Isso também é recomendado para a conta usada para a recuperação da senha. A maioria dos provedores de e-mail, como Google, Microsoft e Yahoo são compatíveis com esse recurso.
  • Verificar se os plug-ins e os temas instalados são de fontes confiáveis. Plug-ins ou temas piratas podem muitas vezes ter códigos que permitem a entrada de hackers mais facilmente.
Estudo de caso nº 2: site profissional com várias páginas invadidas difíceis de encontrar

Maria é proprietária de uma empresa de pequeno porte e gerencia o próprio website. Ela recebeu uma mensagem nas Ferramentas do Google para webmasters informando que o site dela havia sido invadido. A mensagem fornecia um exemplo de uma página adicionada por hackers: http://example.com/where-to-buy-cialis-over-the-counter/. Ela conversou com o provedor de hospedagem, que verificou o código-fonte na página inicial, mas não encontrou palavras-chave farmacêuticas. Quando o provedor de hospedagem visitou http://example.com/where-to-buy-cialis-over-the-counter/, o URL retornou uma página de erro. Maria também comprou um serviço de verificação de malware, mas ele não conseguiu encontrar nenhum conteúdo malicioso no site dela.

Maria foi então para as Ferramentas do Google para webmasters e usou a ferramenta "Buscar como o Google" na URL de exemplo fornecida pelo Google (http://example.com/where-to-buy-cialis-over-the-counter/), que não retornou conteúdo algum. Confusa, ela enviou um pedido de reconsideração e recebeu uma mensagem de rejeição recomendando que ela fizesse duas coisas:
  1. Verificasse a versão sem "www" do site, já que geralmente os hackers tentam esconder o conteúdo em pastas que podem ser esquecidas pelos webmasters.

    Embora possa parecer que http://example.com e http://www.example.com sejam o mesmo site, o Google os trata como sites diferentes. http://example.com é referido como o "domínio raiz", enquanto http://www.example.com é chamado de subdomínio. Maria havia verificado o endereço http://www.example.com, mas não o http://example.com, o que é importante porque as páginas adicionadas pelos hackers eram sem "www", como http://example.com/where-to-buy-cialis-over-the-counter/. Assim que verificou a URL http://example.com, ela conseguiu encontrar o conteúdo invadido na URL que havia sido fornecida, por meio da ferramenta "Buscar com o Google" nas Ferramentas do Google para webmasters.

  2. Verificasse o arquivo .htaccess para novas regras.

    Maria conversou com o provedor de hospedagem, que mostrou a ela como acessar o arquivo .htaccess. Ela percebeu imediatamente que o arquivo .htaccess tinha um conteúdo estranho que ela não havia adicionado:

    <IfModule mod_rewrite.c>
    RewriteEngine On
    RewriteCond %{HTTP_USER_AGENT} (google|yahoo|msn|aol|bing) [OR]
    RewriteCond %{HTTP_REFERER} (google|yahoo|msn|aol|bing)
    RewriteRule ^([^/]*)/$ /main.php?p=$1 [L]
    </IfModule>


    A regra mod_rewrite que você vê acima foi inserida pelo hacker e redireciona qualquer pessoa que tenha vindo de determinados mecanismos de pesquisa e indexadores de mecanismos de pesquisa para main.php, que gera todo o conteúdo invadido. Também é possível que essas regras redirecionem usuários que acessam o site a partir de dispositivos móveis. No mesmo dia, ela viu que uma verificação recente de malware encontrou conteúdo suspeito no arquivo main.php. Além disso, ela também percebeu que havia um usuário desconhecido na área de usuários do FTP do software de desenvolvimento de website dela.
Ela removeu o arquivo main.php, o arquivo .htaccess e excluiu o usuário desconhecido da área de usuários do FTP, e o site não estava mais invadido.

Etapas para evitar uma invasão no futuro
  • Evite usar FTP ao transferir arquivos para seus servidores. O FTP não criptografa o tráfego nem senhas. Em vez disso, use SFTP, que criptografa tudo, inclusive suas senhas, como uma proteção contra curiosos examinando o tráfego da rede.
  • Verifique as permissões em arquivos confidenciais como .htaccess. Seu provedor de hospedagem poderá ajudá-lo se necessário. O arquivo .htaccess pode ser usado para melhorar e proteger seu site, mas também para invasões maliciosas caso consigam acesso a ele.
  • Fique atento e procure por usuários novos e desconhecidos no seu painel administrativo e em outros locais onde possa haver usuários que alterem seu site.
Esperamos que seu site nunca seja invadido, mas, caso seja, temos vários recursos para webmasters em nossa página "Ajuda dos webmasters para sites invadidos". Se você precisar de mais ajuda ou desejar compartilhar suas dicas, poste em nosso Fórum de ajuda para Webmasters. Caso você poste no fórum ou envie um pedido de reconsideração para seu site, inclua #NoHacked.

Publicado por Julian Prentice e Yuan Niu, da equipe de Qualidade da Pesquisa

Posted:
O JSON-LD é um formato de dados com base em JSON que pode ser usado para implementar dados estruturados a fim de descrever conteúdos no seu site para o Google e outros mecanismos de busca. Por exemplo, se você tiver uma lista de eventos, restaurantes, pessoas ou algo mais, pode incluir esses dados nas páginas de um modo estruturado usando o vocabulário schema.org, incorporado nas páginas da web como um snippet JSON-LD. Os dados estruturados ajudam o Google a entender melhor suas páginas e a destacar o conteúdo em recursos de pesquisa, tais como eventos no Mapa do Conhecimento e rich snippets.

Os Web Components são um conjunto emergente de tecnologias usadas para definir widgets personalizados e reutilizáveis de interface do usuário e seus respectivos comportamentos. Qualquer desenvolvedor web pode construir um Web Component. Você começa pela definição de um modelo para uma parte específica da interface de usuário, que depois será importada para as páginas nas quais você deseja usar o Web Component. Um Custom Element é usado para definir o comportamento do Web Component. Como você está agrupando a exibição e a lógica de uma parte da interface de usuário no Web Component, é possível compartilhar e reutilizar o grupo em outras páginas e com outros desenvolvedores, simplificando o processo de desenvolvimento.

O JSON-LD e os Web Components funcionam muito bem juntos. O Custom Element funciona como a camada de apresentação, ao passo que o JSON-LD funciona como a camada de dados consumida pelo Custom Element e pelos mecanismos de busca. Isso significa que é possível construir Custom Elements para qualquer tipo de schema.org, como schema.org/Event e schema.org/LocalBusiness.

Sua arquitetura seria assim: os dados estruturados são armazenados no banco de dados (por exemplo, os endereços das lojas da sua rede). Os dados são incorporados na sua página web na forma de um snippet JSON-LD, o que os torna disponíveis para consumo pelo Custom Element. Assim, eles podem ser exibidos a um visitante humano e também ser recuperados pelo Googlebot para a indexação do Google.

Para saber mais e dar os primeiros passos com seus Custom Elements, consulte:
Publicado por Ewa Gasperowicz, engenheira de desenvolvimento de programas; Mano Marks, assistente de desenvolvimento; e Pierre Far, analista de tendências para webmasters

Posted:
Conforme anunciamos aqui no blog de Webmasters, a partir do dia 21 de abril a compatibilidade de um site com dispositivos móveis se tornará um fator de classificação nos resultados de buscas feitas no Google a partir desses dispositivos. O seu site passa no Teste de Compatibilidade com Dispositivos Móveis? Se a resposta é não, está na hora de começar a se preparar.

Para ajudar tanto os webmasters como os donos de negócios a entender a importância de ter páginas otimizadas para mobile, além de mostrar quais são as ferramentas e documentação disponíveis para auxiliá-los nessa tarefa, lançamos hoje a campanha #MobileMadness.

Ao longo de um mês, faremos Hangouts ao vivo para explicar o que consideramos ser uma boa experiência em mobile e quais os passos que devem ser tomados para garantir que o seu site providencie essa experiência aos usuários. Haverá ainda uma sessão de Q&A para tirar dúvidas sobre essa mudança no ranking, além de várias dicas e um desafio.
A campanha #MobileMadness acontecerá no canal do Google para Seu Negócio. Confira abaixo a agenda completa:

Hangouts

Dia 23/03: Apresentação para PMEs: Otimize sua estratégia online e seu desempenho na busca
Como manter o foco nos canais corretos, introdução às Ferramentas do Google para Webmasters e SEO como estratégia de longo prazo

Série de quatro apresentações: Noções básicas de um site mobile para PMEs

15/04: Q&A: Sessão de perguntas e respostas sobre as mudanças no ranking para sites compatíveis com dispositivos móveis

Outros materiais
  • Desafio: Torne seu site compatível com dispositivos móveis em 30 dias
  • Dicas para tornar seu site compatível com dispositivos móveis (#mobilefriendly)
  • Pesquisas todas as sextas-feiras
Se tiver alguma questão específica sobre seu site, ou quiser ajudar outros webmasters a tornar seus websites compatíveis com dispositivos móveis, visite o nosso Fórum de ajuda para Webmasters.

Pronto para fazer parte dessa mudança e oferecer uma experiência de navegação incrível para seus usuários em todos os tipos de dispositivos? Participe da campanha #MobileMadness.

Publicado por Diogo Botelho e Juan Felipe Rincón, Equipe de Search Quality e Webmaster Relations

Posted:
Muitos websites dependem de formulários para a conclusão de objetivos importantes, como uma transação em um site de compras ou um registro em um site de notícias. Para muitos usuários, preencher formulários on-line significa digitar repetidamente informações comuns, como nomes, e-mails, números de telefone ou endereços, em diferentes sites na Web. Além de ser monótona, essa tarefa é propensa a erros, o que pode levar muitos usuários a desistirem do procedimento por completo. Em um mundo onde os usuários navegam pela Internet usando mais dispositivos móveis do que laptops ou computadores desktop é essencial ter formulários que sejam rápidos e fáceis de preencher.

Há três anos, anunciamos o suporte para o novo atributo “preenchimento automático” no Google Chrome para tornar o preenchimento de formulários mais rápido, fácil e inteligente. Agora o Google Chrome é completamente compatível com o atributo "preenchimento automático" para campos de formulários de acordo com o Padrão de HTML WHATWG atual. Isso permite a webmasters e desenvolvedores da Web rotular os campos de elementos de entrada com tipos de dados comuns, como "nome" ou "endereço", sem alterar a interface do usuário nem o back-end. Diversos webmasters aumentaram a taxa de preenchimento de formulários nos sites deles marcando os formulários para preenchimento automático.

Por exemplo, marcar um campo de endereço de e-mail em um formulário para permitir o preenchimento automático ficaria assim (com uma amostra completa de formulário disponível):

<input type=”email” name=”customerEmail” autocomplete=”email”/>
captureexample.jpg

É muito importante facilitar o uso dos websites em dispositivos móveis. No futuro, esperamos ver muitos formulários marcados com o atributo "preenchimento automático". Para mais informações, confira nossas especificações sobre Rotular e nomear entradas nos Fundamentos da Web. Como sempre, em caso de dúvidas, poste-as em nosso Fórum de Ajuda para webmasters.

Postado por Mathieu Perreault, engenheiro de Software do Google Chrome, e Zineb Ait Bahajji, analista de Tendências para webmasters
Diogo Botelho