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Nível do webmaster: avançado

Durante o verão, a equipe das Ferramentas do Google para webmasters preparou uma atualização para a API das Ferramentas do Google para Webmasters. A nova API é consistente com outras APIs do Google, facilita a autenticação de serviços da Web ou de aplicativos e fornece acesso a alguns dos recursos principais das Ferramentas do Google para webmasters.

Se você já tiver usado outras APIs do Google, dar os primeiros passos com a nova Webmaster Tools API será fácil. Temos exemplos para Python, Java e OACurl (para os fãs de linhas de comando).

Essa API permite que você:
  • Liste, adicione ou remova sites da sua conta (no momento é possível ter até 500 sites na conta)
  • Liste, adicione ou remova Sitemaps dos seus sites
  • Tenha contagens de erros, avisos e indexados de Sitemaps individuais
  • Tenha uma série temporal de todos os tipos de erros de rastreamento para seu site
  • Liste amostras de tipos específicos de erros de rastreamento
  • Marque erros de rastreamento individuais como "corrigido". Isso não altera a forma de processamento dos erros, mas ajuda a simplificar a interface para você
Adoraríamos ver o que você está criando com nossas APIs. Fique à vontade para vincular seus projetos nos comentários abaixo. Além disso, caso você tenha dúvidas sobre o uso da API, sinta-se à vontade para postar sua pergunta no nosso Fórum de ajuda para Webmasters.

Postado por John Mueller, fã de longas linhas de comando, Google Zurich
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Relations

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Hoje, a nova Academia de webmasters será disponibilizada em 22 idiomas, incluíndo em português. Os Webmasters novos ou iniciantes falantes de diversos idiomas agora poderão aprender os princípios básicos sobre como criar um site incrível, proporcionar uma experiência agradável aos usuários e ter uma boa classificação nos resultados da pesquisa. Se você já conhece esses tópicos, responda ao questionário no final de cada módulo para o comprovar! :)

Leia a Academia de webmasters no idioma que preferir e use os comentários ou o Fórum de ajuda para Webmasters para nos passar sua opinião. Recebemos comentários ótimos e úteis após o lançamento da versão em inglês em Março. Por isso, esperamos que este guia objetivo e fácil de ler possa ser proveitoso (e divertido) para todos.

Juntos, publicaremos conteúdo pesquisável e sites incríveis para todo o mundo.

Escrito por Mary Chen, Equipe de Webmaster Relations
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Relations

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Nível de webmaster: todos

Hoje você verá uma nova e aprimorada caixa de pesquisa de sitelinks. Quando exibida, ela tornará mais fácil aos usuários encontrar conteúdo específico no seu site, diretamente através das suas próprias páginas de pesquisa de site.

O que é esta caixa de pesquisa e quando ela aparece para meu site?

Quando os usuários pesquisam uma empresa pelo nome, por exemplo, [Megadodo Publications] ou [Dunder Mifflin], eles podem estar de fato procurando por algo específico nesse website. No passado, quando nossos algoritmos reconheciam isso, eles exibiam um conjunto maior de sitelinks e uma caixa de pesquisa adicional abaixo desse resultado da pesquisa. Isso levava os usuários a fazer pesquisas do tipo "site:" diretamente no site dos resultados. Por exemplo, [site:example.com guias para caroneiros].

Essa caixa de pesquisa agora está mais destacada (acima dos sitelinks), suporta o recurso Preenchimento Automático e, se você usar a marcação adequada, direcionará o usuário diretamente para as páginas de pesquisa do seu próprio website.  

      
Como faço para marcar meu site?

Você precisa ter um mecanismo de pesquisa específico para sites funcionando no seu website. Se já tiver um, informe-nos marcando sua página inicial como uma entidade schema.org/WebSite com a propriedade potentialAction da marcação schema.org/SearchAction. É possível usar JSON LD, microdados ou RDFa para fazer isso. Confira todos os detalhes da implementação em nosso site para desenvolvedores.

Se você implementar a marcação no seu site, os usuários poderão pular diretamente da caixa de pesquisa de sitelinks para a de resultados de pesquisa do seu site. Se não encontrarmos marcação alguma, mostraremos a eles uma página de resultados de pesquisa para a consulta do tipo "site:" correspondente, como temos feito até o momento.

Como sempre, se você tiver dúvidas, fique à vontade para perguntar em nosso Fórum de ajuda para Webmasters.

Escrito por Mariya Moeva, analista de tendências para webmasters
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach

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Nível do webmaster: avançado

Todos desejam usar menos largura de banda: Os hosts querem contas mais baixas, os usuários de dispositivos móveis desejam ficar abaixo dos seus limites, e ninguém quer esperar por bytes desnecessários. A Web está cheia de oportunidades para economizar largura de banda: páginas veiculadas sem gzip, folhas de estilos, JavaScript veiculado não reduzido, e imagens não otimizadas, para citar algumas.

Então por que a Web já não está otimizada para largura de banda? Se essas economias são boas para todos, por que ainda não foram corrigidas? A maioria é bastante inconveniente. Os designers da Web são encorajados a "economizar para a Web" quando exportam suas ilustrações, mas nem sempre se lembram disso.  Os programadores de JavaScript preferem não trabalhar com código reduzido porque isso torna a depuração mais difícil. É possível configurar um fluxo personalizado garantindo que cada uma dessas otimizações seja aplicada ao seu site todas as vezes como parte do processo de desenvolvimento ou de implantação. Contudo, isso é bastante trabalhoso.

Uma solução fácil para os usuários da Web é utilizar um proxy de otimização como o do Google Chrome. Quando os usuários aceitam esse serviço, o tráfego HTTP acontece por meio do proxy do Google, que otimiza o carregamento da página e reduz o uso da largura de banda em 50%.  Ao mesmo tempo que isso é ótimo para esses usuários, é limitado para as pessoas usando o Google Chrome que ativam o recurso, e não consegue otimizar o tráfego HTTPS.

Com a Otimização da largura de banda, a equipe do PageSpeed está trazendo essa tecnologia para os webmasters. Assim, todos se beneficiarão: usuários de outros navegadores, sites seguros, usuários de computadores e proprietários de sites que desejam diminuir sua conta de tráfego de saída. Basta instalar o módulo PageSpeed no seu servidor Apache ou Nginx [1] e ativar a Otimização da largura de banda nas suas configurações, e o PageSpeed fará o restante.
Captura de tela da configuração
Se mais tarde você ficar interessado em otimizações mais avançadas do PageSpeed, desde extensões de cache e inserção in-line a imagens de lazyload e delegação de JavaScript mais intensos, basta ativá-las nas configurações do seu PageSpeed.

Saiba mais sobre a instalação do PageSpeed ou a ativação da Otimização da largura de banda.

Postado por Jeff Kaufman, Torne a Web rápida
Traduzido e publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Relations

[1] Se estiver usando um servidor de Web diferente, considere executar o PageSpeed em um proxy Apache ou Nginx.  Tudo está em código aberto, com esforços de portabilidade em andamento para IIS, ATS e outros.

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No mês passado, apresentamos uma campanha social de uma semana chamada #NoHacked. Os objetivos da campanha #NoHacked eram conscientizar o público sobre os ataques de hackers e oferecer dicas sobre como manter os sites protegidos contra invasão.

Lançamos a campanha em 11 idiomas e em vários canais, incluindo Google+, Twitter e Weibo. Cerca de 1 milhão de pessoas visualizaram nossas dicas e centenas de usuários usaram a hashtag #NoHacked para difundir a conscientização e compartilhar suas próprias dicas. Confira abaixo as postagens compartilhadas durante a campanha:

g+ , Twitter
g+ , Twitter

g+ , Twitter
g+ , Twitter
Algumas das diversas dicas compartilhadas por usuários de todo o mundo:
  • Pablo Sílvio Esquivel , do Brasil, recomenda que os usuários não usem software pirata (fonte)
  • Rens Blom, da Holanda, sugere usar senhas diferentes para suas contas, alterá-las regularmente e usar uma camada extra de segurança, como a autenticação em duas etapas (fonte)
  • Дмитрий Комягин, da Rússia, sugere monitorar regularmente as origens do tráfego, consultas de pesquisa e páginas de destino, além de ficar atento a aumentos súbitos de tráfego (fonte)
  • 工務店コンサルタント, do Japão, aconselha todos a escolher uma boa empresa de hospedagem especialista em problemas de atividades de hacker. Ele também sugere definir o encaminhamento de e-mails nas Ferramentas do Google para webmasters (fonte)
  • Kamil Guzdek defende a alteração do prefixo da tabela padrão em wp-config para um personalizado ao instalar um novo WordPress para reduzir o risco do banco de dados ser invadido (fonte)
As atividades de hacker ainda são um problema surpreendentemente comum em todo o mundo. Por isso, incentivamos todos os webmasters a seguir essas dicas úteis. Fique à vontade para continuar usando a hashtag #NoHacked para compartilhar suas dicas ou experiências de conscientização e prevenção contra atividades de hacker. Agradecemos seu apoio à campanha #NoHacked.

Caso seu site seja invadido por hackers, ajudaremos você para que a recuperação seja rápida e completa:
Postado pela equipe #NoHacked

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Segurança é uma das prioridades para o Google. Investimos muito para garantir que nossos serviços tenham a segurança líder do setor, como uma criptografia HTTPS forte por padrão. Isso significa que quem usa a Pesquisa Google, o Gmail ou o Google Drive, por exemplo, tem automaticamente uma conexão segura com o Google.

Além de nossos próprios produtos, estamos trabalhando para tornar a Internet mais segura de maneira mais abrangente. Uma grande parte disso é garantir que os websites acessados por meio do Google sejam seguros. Por exemplo, criamos recursos para ajudar os webmasters a evitar e corrigir violações de segurança em seus sites.

Queremos ir além. Durante a Google I/O há alguns meses, falámos da importância de ter “HTTPS everywhere” na Web.

Vimos cada vez mais webmasters adotando o HTTPS (também conhecido como HTTP com TLS ou Transport Layer Security - em português Segurança da Camada de Transporte) em seus websites, o que é motivador.

Por essas razões, ao longo dos últimos meses, realizamos testes levando em consideração se os sites usam ou não conexões seguras e criptografadas como um sinal em nossos algoritmos de classificação de pesquisa. Observamos resultados positivos e, por esta razão, começaremos a usar HTTPS como sinal de classificação. Por enquanto, é um sinal sem muito impacto, que afeta menos de 1% das consultas globais e recebe um peso menor do que outros sinais, como conteúdo de alta qualidade. Fazemos isso para que os webmasters tenham tempo para mudar para HTTPS. No entanto, ao longo do tempo, podemos decidir fortalecer esse sinal, pois desejamos encorajar todos os proprietários de website a mudar de HTTP para HTTPS a fim de manter todos protegidos na Web.
Para facilitar a adoção do TLS e evitar erros comuns, publicámos na nossa Central de Ajuda o artigo "Proteja seu site", onde explicamos como funciona o HTTPs e quais as práticas recomendadas para sua implementação. Deixamos aqui também algumas dicas básicas para os primeiros passos:
  • Decida o tipo de certificado de que você precisa: único, de vários domínios ou curinga
  • Use certificados de chave de 2048 bits
  • Use URLs relativos para recursos que residem no mesmo domínio seguro
  • Use URLs relativos de protocolo em todos os outros domínios
  • Confira nosso artigo sobre mudança de site para mais diretrizes sobre como alterar o endereço do seu website
  • Não bloqueie o rastreamento do seu site HTTPS por meio do arquivo robots.txt
  • Permita a indexação das suas páginas por mecanismos de pesquisa sempre que possível. Evite a metatag "noindex".

Caso seu website já esteja veiculando em HTTPS, teste o nível e a configuração de segurança com a ferramenta Qualys Lab. Se você estiver preocupado com a TLS e o desempenho do seu site, consulte o artigo Is TLS fast yet? (somente em inglês). Se você tiver alguma pergunta ou preocupação, fique à vontade para perguntar no nosso Fórum de ajuda para Webmasters.

Esperamos ver mais websites usando HTTPS no futuro. Juntos, tornaremos a Web um lugar mais seguro.

Postado por Zineb Ait Bahajji e Gary Illyes, analistas de tendências para webmasters
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach

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Rastrear, ou não rastrear, eis a pergunta.

Às vezes, criar e manter os arquivos robots.txt corretos pode ser difícil. Embora muitos sites não tenham problemas com isso (dica: eles geralmente nem precisam de um arquivo robots.txt!), encontrar as diretivas em um grande arquivo robots.txt que estão ou estavam bloqueando URLs individuais, pode ser um pouco complicado. Para facilitar esse processo, anunciamos uma atualização na ferramenta de teste de arquivos robots.txt nas Ferramentas do Google para webmasters.

A ferramenta de teste atualizada está na seção Rastreamento das Ferramentas do Google para webmasters:



Aqui você encontrará o arquivo robots.txt e poderá testar os novos URLs para verificar se eles estarão desautorizados para rastrear. A fim de guiá-lo através das diretivas complexas, a ferramenta destacará a diretiva específica que levou à decisão final. É possível realizar alterações no arquivo e testá-las também. Para tal, basta fazer o upload da nova versão do arquivo com as alterações para o servidor para que elas entrem em vigor. Nosso site para desenvolvedores tem mais informações sobre as diretivas do robots.txt e como os arquivos são processados.

Além disso, será possível revisar as versões mais antigas do seu arquivo robots.txt e saber quando problemas de acesso nos impedem de fazer o rastreamento. Por exemplo, se o Googlebot verificar um erro de servidor 500 para o arquivo robots.txt, normalmento faremos uma pausa do rastreamento do site.

Já que é possível haver alguns erros ou alertas exibidos para seus sites existentes, recomendamos voltar a verificar seus arquivos robots.txt. Também é possível combinar esta nova funcionalidade com outras partes das Ferramentas do Google para webmasters. Por exemplo, é possível usar a ferramenta Buscar como Google, recentemente atualizada, para processar páginas importantes no seu website. Se for informado que qualquer URL foi bloqueado, use a ferramenta de teste de robots.txt para encontrar a diretiva que o está a bloquear e melhore o seu arquivo robots.txt. Um problema comum já visto ocorre a partir de arquivos robots.txt antigos que bloqueiam CSS, JavaScript ou conteúdo para celular. Corrigir esse problema é fácil após identificá-lo.

Esperamos que essa ferramenta atualizada facilite o teste e a manutenção do arquivo robots.txt. Em caso de dúvidas ou se precisar de ajuda para criar um bom conjunto de diretivas, passe no fórum de ajuda para webmasters.

Escrito por Asaph Arnon, Equipe de Webmaster Tools
Publicado por Diogo Botelho, Equipe de Search Quality e Webmaster Outreach
Diogo Botelho