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O envio de sitemaps pode ser uma parte importante da otimização de websites. Os sitemaps permitem que os mecanismos de pesquisa descubram todas as páginas em um site e façam o download delas rapidamente quando há alterações. Aqui explicamos quais campos são importantes nos sitemaps, quando usar sitemaps em XML e feeds RSS/Atom, e como otimizá-los para o Google.

Sitemaps e feeds

Os sitemaps podem estar nos formatos sitemap XML, RSS ou Atom. A diferença mais importante entre esses formatos é que os sitemaps em XML descrevem todo o conjunto de URLs em um site, enquanto os feeds RSS/Atom descrevem as alterações recentes. Isso tem implicações importantes:
  • Os sitemaps em XML geralmente são grandes. Os feeds RSS/Atom são pequenos, contendo somente as atualizações mais recentes do seu site.
  • O download dos sitemaps em XML é feito com menos frequência que o dos feeds RSS/Atom.
Para um rastreamento ideal, recomendamos usar os sitemaps em XML e os feeds RSS/Atom. Os sitemaps em XML darão informações ao Google sobre todas as páginas no seu site. Os feeds RSS/Atom fornecerão todas as atualizações no seu site, ajudando o Google a manter seu conteúdo em dia no índice. O envio de sitemaps ou feeds não garante a indexação dessas URLs.

Exemplo de um sitemap XML:

<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<urlset xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9">
 <url>
   <loc>http://example.com/mypage</loc>
   <lastmod>2011-06-27T19:34:00+01:00</lastmod>
   <!-- optional additional tags -->
 </url>
 <url>
   ...
 </url>
</urlset>

Exemplo de um feed RSS:

<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss>
 <channel>
   <!-- other tags -->
   <item>
     <!-- other tags -->
     <link>http://example.com/mypage</link>
     <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 19:34:00 +0100</pubDate>
   </item>
   <item>
     ...
   </item>
 </channel>
</rss>

Exemplo de um feed Atom:

<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
 <!-- other tags -->
 <entry>
   <link href="http://example.com/mypage" />
   <updated>2011-06-27T19:34:00+01:00</updated>
   <!-- other tags -->
 </entry>
 <entry>
   ...
 </entry>
</feed>


As “outras tags” se referem às tags opcionais e obrigatórias pelos respectivos padrões. Recomendamos que você especifique as tags obrigatórias para Atom/RSS, pois elas o ajudarão a aparecer em outras propriedades que podem usar esses feeds, além da Pesquisa Google.

Práticas recomendadas

Campos importantes

Os sitemaps em XML e os feeds RSS/Atom, em sua essência, são listas de URLs com metadados anexados. As duas informações mais importantes para o Google são o próprio URL e o horário da última modificação:

URLs

As URLs nos sitemaps em XML e feeds RSS/Atom devem seguir as seguintes diretrizes:
  • Incluir somente URLs que podem ser buscados pelo Googlebot. Um erro comum é incluir URLs não permitidos pelo robots.txt, que não podem ser buscados pelo Googlebot, ou incluir URLs de páginas que não existem.
  • Incluir somente URLs canônicos. Um erro comum é incluir os URLs de páginas duplicadas. Isso aumenta o carregamento no seu servidor sem melhorar a indexação.

Horário da última modificação

Especifique o horário da última modificação para cada URL em um sitemap XML e feed RSS/Atom. O horário da última modificação deve ser a última vez que o conteúdo da página foi alterado de maneira significativa. Se uma alteração tiver sido feita para ficar visível nos resultados da pesquisa, o horário da última modificação deverá ser a hora que essa alteração foi realizada.

  • O sitemap XML usa  <lastmod>
  • O RSS usa <pubDate>
  • O Atom usa <updated>

Defina ou atualize o horário da última modificação corretamente:

  • Especifique o horário no formato correto: formato data e hora do W3C para sitemaps XML, RFC3339 para Atom e RFC822 para RSS.
  • Atualize o horário da modificação somente quando o conteúdo for alterado significativamente.
  • Não defina o horário da última modificação para o horário atual todas as vezes que o sitemap ou o feed for veiculado.

Sitemaps XML

Os sitemaps XML devem ter URLs de todas as páginas no seu site. Em geral, eles são grandes e são atualizados com pouca frequência. Siga estas diretrizes:
  • Para um único sitemap XML: atualize-o pelo menos uma vez por dia (caso seu site seja alterado regularmente) e dê um ping no Google depois de atualizá-lo.
  • Para um conjunto de sitemaps XML: maximize o número de URLs em cada sitemap XML. O limite é 50.000 URLs ou um tamanho máximo de 10 MB não compactados, o que for atingido primeiro. Dê um ping no Google para cada sitemap XML atualizado (ou uma vez para o índice de sitemaps, caso seja usado) todas as vezes que ele for atualizado. Um erro comum é colocar somente alguns URLs em cada arquivo de Sitemap XML, o que geralmente dificulta para que o Google faça o download de todos esses sitemaps XML em um tempo razoável.

RSS/Atom

Os feeds RSS/Atom devem transmitir as atualizações recentes do seu site. Em geral, eles são pequenos e são atualizados com frequência. Para esses feeds, recomendamos:
  • Quando uma nova página é adicionada ou uma página existente é alterada significativamente, adicione o URL e o horário da modificação ao feed.
  • Para que o Google não perca atualizações, o feed RSS/Atom deve ter todas as atualizações desde a última vez que o Google fez o download dele. A melhor maneira de conseguir isso é usando o PubSubHubbub. O hub propagará o conteúdo do seu feed para todas as partes interessadas (leitores RSS, mecanismos de pesquisa etc.) da maneira mais rápida e eficiente possível.

Gerar os sitemaps XML e feeds Atom/RSS é uma ótima maneira de otimizar o rastreamento de um site para o Google e outros mecanismos de pesquisa. As principais informações nesses arquivos são o URL canônico e o horário da última modificação das páginas no website. Configurá-los corretamente e notificar o Google e outros mecanismos de pesquisa com pings dos sitemaps e PubSubHubbub permitirá que seu website seja rastreado da melhor forma e representado apropriadamente nos resultados da pesquisa.

Se você tiver alguma pergunta, junte-se a outros webmasters na seção sobre sitemaps do Fórum de Ajuda para webmasters.

Postado por Alkis Evlogimenos, equipe de Feeds do Google

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A partir de agora, os links curtos goo.gl funcionam como um link único que pode ser usado para todos os seus conteúdos, estejam eles no seu aplicativo para Android ou para iOS ou no seu website. Depois de realizar as etapas necessárias para configurar a Indexação de Aplicativos para Android e iOS, os URLs goo.gl enviarão os usuários diretamente para a página correta no seu aplicativo, caso ele esteja instalado, ou para seu website, caso ele não esteja. Isso trará mais oportunidades para que os usuários do seu aplicativo interajam com ele.

Esse recurso funciona com novos URLs curtos e também retroativamente. Portanto, todos os links curtos goo.gl já existentes para seu conteúdo também passarão a direcionar os usuários para seu aplicativo.
O Zillow compartilha um URL curto no Twitter que se vincula automaticamente ao seu aplicativo nativo dele


Compartilhar links que "fazem a coisa certa"

Também é possível aproveitar esse recurso ao máximo integrando a URL Shortener API ao fluxo de compartilhamento do seu aplicativo, para que os usuários possam compartilhar links que redirecionem automaticamente para seu aplicativo nativo em diversas plataformas. Isso também permitirá que outras pessoas incorporem links diretos para seu aplicativo nos websites e aplicativos delas.

Pegue o Google Maps como exemplo. Com os novos links multiplataforma goo.gl, o botão de compartilhamento do Google Maps gera um único link que fornece a melhor experiência de compartilhamento possível para todos os usuários. Quando aberto, o link detecta automaticamente a plataforma do usuário e se o Google Maps está instalado. Se o usuário tiver o aplicativo instalado, o link curto abre o conteúdo diretamente no aplicativo para Android ou para iOS. Se o aplicativo não estiver instalado ou estiver na área de trabalho, o link curto abre a página no website do Google Maps.

Faça um teste. Não se esqueça de usar um smartphone no qual o aplicativo do Google Maps esteja instalado: http://goo.gl/maps/xlWFj.

Como configurar esse recurso

Para configurar o link direto de aplicativo no goo.gl:
  1. Conclua as etapas necessárias para participar de uma Indexação de Aplicativos para Android e iOS em g.co/AppIndexing. Observe que, no momento, os links diretos goo.gl estão abertos a todos os desenvolvedores iOS, ao contrário dos links diretos da pesquisa do Google. Após essa etapa, os links curtos goo.gl já existentes se tornam links diretos para seu aplicativo.
  2. É possível optar por integrar a URL Shortener API ao fluxo de compartilhamento do seu app, às suas campanhas de e-mail, etc. para gerar programaticamente links que redirecionarão para seu aplicativo.
Esperamos que você aproveite essa nova funcionalidade e tenha um ótimo compartilhamento multiplataforma.

Postado por Fabian Schlup, Engenheiro de Software

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Já faz algum tempo que começamos a ajudar os usuários a descobrir conteúdo relevante em aplicativos para Android nos resultados da pesquisa do Google. A partir de hoje, também ofereceremos a Indexação de Aplicativos para iOS. Isso significa que os usuários de Android e iOS poderão abrir o conteúdo de aplicativos móveis a partir da pesquisa do Google.

Links indexados a partir de um grupo inicial de aplicativos com os quais temos trabalhado começarão a aparecer no iOS nos resultados de pesquisas do Google app e do Google Chrome para usuários conectados globalmente nas próximas semanas:
Como indexar seu aplicativo para iOS

Embora a Indexação de Aplicativos para iOS esteja sendo lançada com um pequeno grupo de parceiros de teste inicialmente, estamos trabalhando para tornar esta tecnologia disponível para mais desenvolvedores de aplicativos o mais rápido possível. Enquanto isso, veja as etapas para se antecipar ao lançamento da Indexação de Aplicativos para iOS:

  1. Adicione compatibilidade com link direto ao seu aplicativo para iOS.
  2. Certifique-se de que é possível voltar aos resultados da pesquisa com um clique.
  3. Ofereça anotações de links diretos no seu site.
  4. Informe-nos se você tem interesse. Lembre-se de que a manifestação de interesse não garante automaticamente o recebimento de links diretos para aplicativos em resultados de pesquisa de iOS.

Se por acaso você for participar do Google I/O esta semana, confira a palestra intitulada “Get your app in the Google index” (Coloque seu aplicativo no índice do Google) para saber mais sobre a Indexação de Aplicativos. Também é possível encontrar documentação detalhada sobre a Indexação de Aplicativos para iOS em g.co/AppIndexing. Se você tiver mais dúvidas, acesse nosso Fórum de Ajuda para Webmasters.

Postado por Eli Wald, Gerente de Produto

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Não seria ótimo se você pudesse rastrear onde o conteúdo indexado do seu aplicativo é exibido nos resultados da pesquisa e para quais consultas? Saber quais páginas do aplicativo são as mais populares e quais apresentam erros? Pois é, nós também achamos. Por isso, equipamos nosso recém-renomeado Search Console com novos relatórios que mostram como o Google compreende e trata o conteúdo do seu aplicativo nos resultados da pesquisa.

Nossa meta é fazer do Search Console uma fonte completa de informações para todos os que se importam com a pesquisa, independentemente do formato do conteúdo. Portanto, se você possui ou desenvolve um aplicativo, o Search Console será seu novo ponto de referência para buscar estatísticas de pesquisa.

Adicione seu aplicativo ao Search Console

Basta abrir o Search Console e inserir o nome do seu aplicativo: android-app://com.example. Exibiremos os dados somente aos proprietários autorizados do aplicativo, por isso você precisa usar sua conta do Google Play para que o Search Console reconheça seu acesso ao aplicativo. Se você não tiver acesso ao aplicativo no Google Play, solicite que um proprietário verifique o aplicativo no Search Console e, então, adicione você.

Conecte seu site ao aplicativo

A associação do seu site com o aplicativo é necessária para que a Indexação de Aplicativos funcione. Além disso, essa associação ajuda a classificar e compreender melhor o conteúdo do aplicativo.

Rastreie o desempenho do conteúdo do seu aplicativo na pesquisa

O novo relatório de Search Analytics fornece informações detalhadas sobre as principais consultas e páginas de aplicativos, assim como tráfego por país. Ele também apresenta um conjunto abrangente de filtros, permitindo que você limite um tipo específico de consulta ou de região, além de classificar por cliques, impressões, posições e taxas de cliques (CTRs, na sigla em inglês).


Use o relatório de Search Analytics para comparar o conteúdo do aplicativo que você considera mais importante com o que é realmente exibido na pesquisa e recebe a maioria dos cliques. Se eles coincidirem, isso indicará que você está no caminho certo. Seus usuários conseguem encontrar e gostam daquilo que você deseja que eles vejam. Se houver pouca sobreposição, talvez seja necessário que você reestruture sua navegação ou deixe o conteúdo de maior importância mais fácil de ser encontrado. Nesse caso, também é importante conferir se você forneceu links diretos a todos os conteúdos do aplicativo que você deseja que seus usuários encontrem.

Certifique-se de que o Google compreende o conteúdo do seu aplicativo

Se encontrarmos erros ao indexar o conteúdo do seu aplicativo, não será possível exibir links diretos para as páginas desses aplicativos nos resultados da pesquisa. O relatório de erros de rastreamento mostrará o tipo e o número de erros que detectamos.

Visualize o conteúdo do seu aplicativo da maneira como o Google o vê

Criamos uma versão alfa da ferramenta Buscar como o Google para aplicativos a fim de ajudar você a verificar se o URI de um aplicativo funciona e ver como o Google faz o processamento dele. A ferramenta também pode ser útil na comparação do conteúdo do aplicativo com o da página da web, no intuito de depurar erros como incompatibilidade de conteúdo. Em muitos casos, os erros de incompatibilidade são causados por recursos bloqueados no aplicativo ou pop-ups solicitando que os usuários façam registro ou login. Agora é possível ver e resolver esses problemas.


Para dar os primeiros passos na otimização e solução de problemas nos seus aplicativos, adicione-os agora ao Search Console. Se você desejar saber mais sobre a Indexação de Aplicativos, acesse o site do Google Developers. Como sempre, fique à vontade para visitar o Fórum de Ajuda para Webmasters e tirar outras dúvidas.

Postado por Hillel Maoz, líder de engenharia, Equipe do Search Console. Aplicativo favorito: Flipboard
Mariya Moeva, analista de tendências para webmasters. Aplicativo favorito: Spotify

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Por quase 10 anos, as Ferramentas do Google para Webmasters têm fornecido ferramentas e métricas em constante evolução para ajudar os usuários a criar websites fantásticos, que nossos sistemas adoram exibir na Pesquisa Google. No último ano, procuramos saber mais sobre vocês, usuários leais das Ferramentas do Google para Webmasters: queríamos entender seu papel e seus objetivos a fim de tornar nosso produto mais útil para você.

Descobrimos que a definição tradicional de “webmaster” representa somente alguns de vocês. Temos todos os tipos de fãs das Ferramentas do Google para Webmasters: amadores, proprietários de pequenas empresas, especialistas em SEO, profissionais de marketing, programadores, designers, desenvolvedores de aplicativos e, é claro, webmasters. O que todos vocês têm em comum é o desejo de disponibilizar seu trabalho on-line e torná-lo fácil de encontrar pela Pesquisa Google. Assim, para termos certeza de que nosso produto inclui todos aqueles que se importam com a pesquisa, decidimos renomear as Ferramentas do Google para Webmasters, que agora se chama Google Search Console.

Desejamos um futuro emocionante com o Google Search Console e esperamos ver usuários de todos os tipos, incluindo webmasters, visitando e usando nosso serviço para diagnosticar e melhorar a visibilidade de seus conteúdos na pesquisa. Lançaremos a marca atualizada em todo o produto nas próximas semanas, então fique ligado.

Basta acessar g.co/SearchConsole para dar os primeiros passos.

Postado por Michael Fink, gerente de produtos do Google Search Console

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A marcação de dados estruturados ajuda seu conteúdo a ser descoberto nos resultados de busca e em propriedades do Google. Queremos compartilhar algumas atualizações que foram lançadas no início do ano para ajudá-lo a criar e publicar marcações em seu site:
Ferramenta de Testes de Dados Estruturados (Structured Data Testing Tool)

A nova Ferramenta de Testes de Dados Estruturados (Structured Data Testing Tool) reflete melhor como o Google interpreta a marcação de dados estruturados de uma página web.

A ferramenta oferece os seguintes recursos:
  • Validação para todos os recursos do Google alimentados por dados estruturados
  • Suporte para marcações na sintaxe JSON-LD, incluindo páginas HTML dinâmicas
  • Exibição mais limpa dos itens de dados estruturados na sua página
  • Destaque da sintaxe dos problemas de marcação diretamente no seu código fonte HTML

Nova documentação e política mais simples

Tornamos mais clara nossa documentação para o vocabulário suportado em dados estruturados com base no feedback que recebemos de webmasters. A nova documentação (disponível em inglês) explica qual marcação você precisa adicionar para permitir diferentes recursos de pesquisa para o seu conteúdo, juntamente com exemplos de código nas sintaxes suportadas. A documentação antiga será descontinuada em breve.

Também simplificamos e tornamos mais claras nossas políticas sobre o uso de dados estruturados. Se você acredita que outro site está abusando das diretrizes de qualidade de rich snippets do Google, entre em contato conosco por meio do formulário para denunciar spam em rich snippets.

Suporte ampliado para JSON-LD

Ampliamos nosso suporte para o vocabulário schema.org na sintaxe JSON-LD para novos casos de uso: logotipos de empresas e contatos, links de perfis em redes sociais, eventos no Mapa do Conhecimento, caixa de pesquisa de sitelinks e eventos de rich snippets. Estamos trabalhando para ampliar o suporte para outros recursos de marcação.

Como sempre, compartilhe seu feedback e faça suas perguntas no Fórum de Ajuda para Webmasters.

Postado por Pierre Far, Analista de Tendências de Webmasters; Tatsiana Sakhar, Analista de Qualidade de Pesquisa e Zach Clifford, Engenheiro de Software

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Se você gerencia um website, precisa entender profundamente como os usuários encontram seu site e como seu conteúdo aparece nos resultados de pesquisa do Google. Até agora, esses dados eram exibidos no relatório de Consultas de Pesquisa, provavelmente o recurso mais usado nas Ferramentas do Google para webmasters. Ao longo dos anos, ouvimos suas opiniões e solicitações de recursos. Quantos de vocês queriam comparar o tráfego em computadores desktop e dispositivos móveis? Quantos de vocês precisavam comparar métricas em países diferentes? Ou em períodos de tempo diferentes?

Suas vozes foram ouvidas. Hoje, temos a satisfação de anunciar o Search Analytics (relatório de Análise de Pesquisas), o novo relatório nas Ferramentas do Google para webmasters que permitirá a você aproveitar o máximo da análise de tráfego para o seu site. Esse novo relatório permite que você analise os dados de pesquisa do seu site detalhadamente e filtre-os de muitas maneiras diferentes a fim de analisá-los com maior precisão. Por exemplo, agora é possível comparar seu tráfego antes e depois da atualização de 21 de abril nos dispositivos móveis e ver como ela afetou o tráfego.


Se você possuir um website internacional, agora será possível encontrar os países onde as pessoas mais pesquisam sua marca. Para isso, escolha "impressões" como sua métrica, filtre pelo nome da sua marca e agrupe os resultados por país para exibir uma lista de impressões organizada por país.


Esses são apenas dois exemplos entre muitos outros. O Search Analytics (relatório de Análise de Pesquisas) permite ir mais além na análise do seu tráfego e ajuda você a tomar as melhores decisões para o desempenho do seu website.

Existem algumas diferenças entre o Search Analytics (relatório de Análise de Pesquisas) e o Consultas de Pesquisa. Os dados do Search Analytics (relatório de Análise de Pesquisas) são muito mais precisos do que aqueles disponíveis no antigo relatório de Consultas de Pesquisa, além de serem calculados de maneiras distintas. Para saber mais, leia a seção Sobre os Dados do artigo sobre o Search Analytics (relatório de Análise de Pesquisas) da Central de Ajuda. Como sabemos que alguns de vocês ainda precisarão usar o relatório antigo, decidimos deixá-lo disponível nas Ferramentas do Google para webmasters por mais três meses. Para saber mais sobre o Search Analytics (relatório de Análise de Pesquisas), leia nosso artigo na Central de Ajuda.

Esperamos que o novo relatório seja útil para suas análises de tráfego. Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo ou em nossa página do Google+ para webmasters. Se tiver dúvidas ou precisar de ajuda com o relatório, acesse nosso Fórum de Ajuda para webmasters.

Por fim, agradecemos a todos os trusted testers e aos Principais Colaboradores dos fóruns para webmasters que dedicaram seu tempo para testar a versão alfa do Search Analytics (relatório de Análise de Pesquisas) e nos ajudaram a criar um ótimo relatório. Não teríamos conseguido fazer um trabalho tão bom sem suas opiniões e sugestões. Vocês são incríveis!

Postado por Zineb em nome dos incríveis engenheiros e UX designers das Ferramentas do Google para webmasters.
Diogo Botelho